Usbek & Rica – A ‘ficção científica humana’ cara a François Schouten e Sylvain Tesson foi publicada em Marte

A abordagem é ecológica, a partir de um ambiente visto como proteção: “O meio ambiente trata de preservar o que é, daí a decisão dos personagens de preservar Marte da gula humana”, identifica Sylvain Tyson.

Dystopie souterraine

Porque no conto, a situação na Terra ainda não terminou de se deteriorar, arrastando 30 bilhões de seres humanos para uma distopia subterrânea, sob os auspícios de uma ditadura técnica global … com sugestões de futurismo retrógrado também. Diante das preocupações modernas, e da ansiedade ambiental em particular, os autores refutam o processo de conquista e expansão de muitas obras, principalmente americanas, que veem o espaço como fuga e redenção pelo exílio (como o filme). Interestelar, por Christopher Nolan). Eles mergulham na contemplação desse exterior imaculado e intocado, um objeto de êxtase que deve ser protegido do perigo de sua própria raça.

Para Marte, o “progresso” que consistiria na expansão do reino humano nas estrelas é indesejável, e das soluções do tormento humano, se houver, o espírito de conquista deve ser dispensado. Para os autores, preservar a beleza é um fim em si mesmo. Sylvain Tyson conclui: “Se o futuro é tão bonito quanto a obra de François Schouten, torno-me progressista.”

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