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Opinião

João Carvalho Santos

João Carvalho Santos

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Os valores históricos do nível da dívida pública e dos défices orçamentais: em Portugal e no mundo.

O défice orçamental – a diferença entre as receitas e despesas de um dado período de tempo e a dívida pública, ou seja, o total da dívida que os Estados têm para com terceiros – aumentou na generalidade dos países mais desenvolvidos. Pelo contrário, a riqueza gerada por esses países diminuiu

Manuel Portugal

Manuel Portugal

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Economias emergentes: Oportunidades e riscos

No alargamento internacional das operações a outros mercados, cada vez mais empresas procuram desenvolver as suas operações em mercados que não pertencem à tríade (EUA, União Europeia e Japão), expandindo para as economias emergentes. A expressão “economias emergentes”, ou “mercados emergentes”, refere-se aos países que estão em fase de crescimento económico mais acelerado. Mas, mais genericamente, é hoje usada para fazer a distinção entre os países desenvolvidos e os menos desenvolvidos.

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Estratégia?

Prioridade estratégica, estratégia para o futuro, plano estratégico, estratégia futebolística… Somos bombardeados com diferentes significados de estratégia todos os dias, a toda a hora. Tanto que já nem sabemos muito bem o que é isto – se é que alguma vez soubemos. Mais, nem sequer percebemos qual a relevância deste fenómeno para o país, para as empresas, para cada um de nós.

Márcio Lopes

Márcio Lopes

Professor na ESTG

Portugal: Fonte de Distúrbio Europeu

No rescaldo da crise económica mais profunda desde a Iiª Guerra Mundial, o processo de recuperação das economias, no horizonte 2010-2015, é bastante diverso inter e intra-regiões. De acordo com as previsões mais recentes do FMI (World Economic Outlook, Abril 2010), o ritmo da recuperação será mais intenso na Ásia e mais débil na Europa, onde a Península Ibérica mais a Grécia irão crescer menos de 1% até 2011 e menos de 2% até 2015.

Manuel Portugal

Manuel Portugal

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Ética, falta dela e o que é realmente errado

A actual crise económica e financeira tem levantado esporádicas críticas ao modelo capitalista desenvolvido nas últimas décadas. Questões de ética e falta de ética podem ter desempenhado um papel e até parece que se mantém sombras de corrupção que se vai revelando como mais generalizada do que pensávamos. No entanto, como sabemos, fora de controlo.

Márcio Lopes

Márcio Lopes

65 Anos Depois. Alemanha: Porta de Entrada para o FMI

No domínio dos agregados macroeconómicos, a teoria é bastante elementar: uma procura interna (soma do consumo privado com os gastos correntes do governo e o investimento) débil reflecte-se num saldo positivo na balança de mercadorias (exportações menos importações). E a sua fundamentação é, de igual modo, básica: parte da produção gerada pelos recursos disponíveis num país, visto que não é absorvida internamente, tem como destino as exportações.

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Os nossos vizinhos EUA

Todos nós conhecemos perfeitamente os EUA. Mesmo sem ter posto um pé do outro lado do Atlântico. Somos massacrados com informação sobre o país todos os dias. Nas notícias, vemos Barack Obama (e antes Bush, Clinton, outro Bush, Reagan…) à procura de liderar o mundo rumo ao progresso. Pelas séries, tornamo-nos especialistas em direito penal, no sistema de saúde, sabemos como são as empresas e até os bastidores de revistas de moda. E temos completa certeza que os americanos são todos uns saloios que comem no MacDonalds e ignoram o que se passa no resto do mundo. É impossível ter algo em comum com os americanos. E, no entanto, eles estão cada vez mais parecidos connosco.

Márcio Lopes

Márcio Lopes

Docente na ESTG Leiria

Europa – a Serventia dos EUA

A partir do final do Verão de 2007, o percurso transformista da crise internacional foi: mercado imobiliário norte-americano (subprime), crise bancária (falência do Lehman Brothers), recessão e desemprego e, actualmente, desequilíbrio acentuado das contas públicas. Ou seja, a dimensão internacional da crise já afectou todas as esferas da vida sócio-económica: o público e o privado; o real e o financeiro. A partir de agora, os rastilhos da crise terão uma origem mais regional, mas com o risco de, rapidamente, se tornarem mundiais. O exemplo disso tem sido a crise financeira dos Estados grego, espanhol e português. Três economias do sul da Europa que têm estado na origem da instabilidade na zona euro (16 países).