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Opinião

João Carvalho Santos

João Carvalho Santos

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

A competitividade nacional e a corrupção: uma pequena reflexão sobre os relatórios Doing Business e Global Corruption Barometer

Num momento em que o país está sem rumo, ergue-se a necessidade de restabelecer a actividade económica e aumentar a capacidade competitiva. A competitividade de uma economia depende não só de indicadores objectivos, como os salários, a produtividade e os níveis de escolaridade mas, também, de indicadores mais subjectivos, como a confiança nas instituições, níveis de corrupção, estabilidade das políticas fiscais, respeito pela liberdade expressão e consideração pelas minorias e pelos mais desprotegidos da sociedade. A competitividade da economia portuguesa não é diferente das demais, pelo que dar formação aos cidadãos, tornar eficientes as instituições, e em especial o sistema judicial, e demais autoridades, são imperativos na melhoria das condições competitivas do país.

Manuel Portugal

Manuel Portugal

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Olhar para o enorme mercado na base da pirâmide: Servir os mercados em desenvolvimento

Desde que Prahalad escreveu o livro A riqueza na base da pirâmide, em 2004, as empresas acordaram para a realidade que o mundo não é composto só de gente rica e que, de facto, a larga maioria da população mundial é pobre ou relativamente pobre. No mínimo, que tem rendimentos baixos. Acordaram para a atractividade deste enorme mercado de mais de 4 mil milhões de pessoas (para comparação, Portugal tem cerca de 10 milhões de habitantes) espalhados por todo o mundo. São, portanto, 4 mil milhões de pessoas com um rendimento médio diário inferior a 2 dólares ou cerca de 60 dólares – uns 45 euros mensais) que se vêem impedidos de aceder à economia global.

Manuel Portugal

Manuel Portugal

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

O que não mudou, mas devia ter mudado

A crise económico-financeira não passou, como parece óbvio ao lermos os indicadores de crescimento do PIB, da confiança de consumidores e investidores, das alegadas promiscuidades entre a política e algum do mundo empresarial, o crescente desemprego e a falta de ética que continua a grassar. Não nos percamos com pormenores pequenos ou figuras de estilo: até este momento pouco foi feito para impedir que nova crise, com contornos idênticos surja.

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Educar para o empreendedorismo

Imagine que tinha que inventar cada instrumento que usa no seu dia-a-dia. Que tinha que provar todos os alimentos à sua volta para perceber se eram, ou não, comestíveis. Que tinha que criar a sua própria linguagem, a sua própria escrita, cada conceito abstracto que usa no seu quotidiano. Acha que o tempo de uma vida era suficiente?

Editorial

Preço e valor

Foi com agradável surpresa que encontrei no descritivo da feira Ambiente 2010 – um certame de artigos para a casa que se realiza anualmente em Frankfurt – conceitos como, “valor, autenticidade, durabilidade e qualidade”. Ao encontro, explicam, das exigências de uma nova geração de consumidores que, face ao clima de incerteza económica, deixaram de tolerar desperdício e depreciação. Ainda há esperança.

Aurélia Rodrigues de Almeida

Aurélia Rodrigues de Almeida

Docente do Instituto Politécnico de Leiria

Leiria e os desafios da competitividade

A competitividade da região de Leiria pode considerar-se como a capacidade que esta possui para competir com outras regiões, mantendo e atraindo, de forma sustentável, empresas com quotas estáveis ou incrementáveis nos mercados globais. É ainda necessário, para que possamos falar em competitividade sustentável, que o processo seja compatível com as expectativas dos cidadãos, nomeadamente o aumento dos níveis de rendimento, redução das desigualdades, igualdade de oportunidades e qualidade ambiental.nomeadamente o aumento dos níveis de rendimento, redução das desigualdades, igualdade de oportunidades e qualidade ambiental.

Luís Delgado

Luís Delgado

Log-PME

Planeamento

Caros leitores,
O planeamento de produção é uma ferramenta de grande interesse e utilidade nas organizações, com especial destaque para aquelas que se preocupam com o controlo dos seus custos e a fonte dos seus benefícios.

Márcio Lopes

Márcio Lopes

Docente na ESTG Leiria

Aglomerações industriais e localização do Investimento Directo Estrangeiro em Portugal – Uma nova agenda para os concelhos

Entre 1982 e 1992, um período magnífico de convergência da economia portuguesa em relação à Europa, houve 758 novas empresas constituídas, parcial ou integralmente, com capital estrangeiro, e distribuídas geograficamente pelas regiões urbanas costeiras, sobretudo em Lisboa e no Porto. Só entre 1986 e 1992, Portugal hospedou 13 mil milhões de dólares em investimento directo estrangeiro (IDE), cerca de 3% do PIB anual médio e 11,4% do total do investimento produtivo.

Luís Delgado

Luís Delgado

Log-PME

Caso prático III: stocks, identificação

Caros leitores,
Hoje vou escrever sobre um caso prático, na área da gestão de stocks, que nos permitirá reflectir na importância de saber, relativamente a cada produto que manuseamos, o que temos (quantidade), onde o temos (localização), e à quanto tempo o temos (data de entrada)!