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Empresas

Sival Plásticos termina lay-off

A Sival Plásticos voltou a laborar cinco dias por semana depois de mês e meio em lay-off, mas as encomendas à empresa de Leiria ainda estão longe do desejável, disse à agência Lusa o responsável do grupo, Pedro Faria.

«Não tivemos outra solução que não fosse reduzir a actividade de produção face à quebra de encomendas, mas entretanto o mercado espevitou, tivemos mais vendas e isso naturalmente levou-nos a terminar o lay-off e a voltar a uma situação normal. Mas ainda há que recuperar volume de encomendas», sublinhou o responsável.

A fábrica, que chegou a laborar em contínuo sete dias por semana, reduziu para cinco devido à quebra de vendas. «Mas isso não foi suficiente», reconhece Pedro Faria, pelo que, há dois meses e meio a Sival recorreu ao lay-off – com o consequente regime de redução e suspensão do contrato de trabalho dos funcionários – entretanto levantado há um mês.

«Voltámos à normalidade dos cinco dias de trabalho, mas o que seria desejável era trabalhar em contínuo», sublinhou Pedro Faria.

O Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Centro, Sul e Ilhas (SINQUIFA) aplaudiu o levantamento do lay-off, a que «injustamente os trabalhadores da Sival estiveram sujeitos».

«Para a reposição da normalidade laboral na Sival, antes do prazo previsto, muito contribuiu a unidade e a acção dos trabalhadores e do sindicato», defende em comunicado o SINQUIFA, que promete «acompanhar o desenvolvimento da situação laboral na empresa».

Pedro Faria justificou o fim do lay-off não pela acção do sindicato mas pelo pico de vendas habitual nesta altura do ano.

«O negócio da venda de tubo – a área de actividade da Sival Plásticos – é um negócio sazonal e esta é uma época alta. Não podemos tirar daqui grandes conclusões para o futuro», frisou o empresário.
Daí que Pedro Faria encare a possibilidade de voltar a recorrer ao lay-off caso se registe novo recuo de mercado.

«O lay-off é uma situação muito negativa para a empresa, porque implica que está a vender muito menos do que devia estar, e é um drama para os colaboradores, porque vêem limitado o seu vencimento. É uma situação a evitar a todo o custo. Mas se voltarem a surgir condições que nos obriguem a isso, se voltar a haver uma queda tão grande, seremos obrigados novamente a recorrer a essa situação», admitiu o responsável da empresa.

A Sival foi fundada em 1944 e tem actualmente cerca de 180 trabalhadores. Na unidade Sival Plásticos laboram 80 pessoas.

Lusa

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