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Empresas

Key Plastics Portugal dispensou 220 trabalhadores

A Key Plastics Portugal (KPP), fábrica de componentes para a indústria automóvel, dispensou 220 trabalhadores nas suas três unidades, disse a semana passada à agência Lusa o director-geral da empresa, Hermano Gouveia.

O processo, que começou a 12 de Outubro e terminou sexta-feira, afectou as duas fábricas do concelho de Leiria (Gândara dos Olivais, freguesia de Marrazes, e Barosa) e a unidade de Vendas Novas.
Segundo o director-geral da empresa, esta decisão pretendeu «ajustar a capacidade à realidade da indústria automóvel».

Hermano Gouveia admitiu ainda que, de forma a minimizar custos, a empresa está também a convidar os trabalhadores a gozarem férias do próximo ano.

«Esta foi a forma de minimizar o número de despedimentos, ganhando desta forma tempo até que a situação se clarifique», acrescentou o responsável.

A KPP produz componentes plásticos para painéis de instrumentos, auto-rádios e climatizadores para o mercado internacional e para as marcas Ford, Renault, Opel, BMW, VW, Audi e Volvo.

A empresa estima este ano atingir 30 milhões de euros de facturação, um valor inferior a 2007, que se cifrou em 32 milhões de euros.

O Sindicato dos Trabalhadores a Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Centro, Sul e Ilhas (SINQUIFA) já se manifestou «preocupado» com a situação, que diz resultar da «crise» decorrente da «quebra na venda de automóveis».

O coordenador do SINQUIFA no distrito de Leiria, António Marcelino, confirmou a dispensa de trabalhadores, lembrando que «estão a sair os funcionários colocados nas unidades da Key Plastics Portugal por empresas de trabalho temporário ou com contratos a termo».

António Marcelino, ele próprio trabalhador da KPP, garantiu que a dispensa de funcionários afecta outras empresas do ramo automóvel de Leiria.

«Há outras fábricas que estão em dificuldade», alertou o sindicalista, admitindo que este ano já foram despedidas «mais 200 pessoas neste sector» na região.

O director-geral da KPP adiantou entretanto que a empresa prevê ir buscar os 220 trabalhadores agora dispensados a partir do final do primeiro trimestre de 2009, na sequência da transferência de produção de uma empresa alemã de componentes para automóveis que abriu falência.

«Há grandes possibilidades de transferência desse negócio para Portugal e tanto é que estamos a convidar todos esses trabalhadores que saíram para a nossa festa de Natal, na expectativa de que venham, novamente, a integrar a empresa», esclareceu o director-geral da KPP.

Lusa

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