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Actualidade

António Lucas critica fim das áreas metropolitanas

O projecto de Lei que prevê a extinção das áreas metropolitanas e das comunidades urbanas mereceu ontem críticas do presidente da Área Urbana de Leiria, António Lucas, que defendeu que os modelos organizativos deveriam ter períodos de vigência de, pelo menos, 15 anos, revela a edição de hoje do Diário de Leiria.

«Lamento que não exista o mínimo de estabilidade legislativa que permita estabilidade dos projectos», disse ao Diário de Leiria o presidente da Área Metropolitana de Leiria (AMLEI), mostrando-se crítico da nova proposta governativa, por considerar que esta instabilidade prejudica o desenvolvimento das regiões.

O autarca da Batalha recordou ainda que o actual modelo tinha sido estabelecido numa lógica de «baixo para cima», com participação de diferentes patamares no estabelecimento das estruturas, passando pelas juntas, autarquias e assembleias municipais, enquanto o actual modelo é imposto de cima para baixo, com base em unidades estatísticas.

Cai por terra projecto de uma «área metropolitana forte»

Com o fim desta estrutura, os concelhos de Ansião e Alvaiázere têm de integrar a NUT do Pinhal Interior enquanto Ourém regressa ao Médio-Tejo. Na recém-criada Associação do Pinhal Litoral, ficarão somente os concelhos de Leiria, Batalha, Marinha Grande, Porto de Mós e Pombal, caindo assim por terra o projecto de uma «área metropolitana forte» que servisse a região, adianta o diário.

O executivo, segundo disse à Lusa o secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, ficará agora à espera da apreciação do diploma pela ANMP. O projecto prevê dois tipos de associações de municípios – as de fins gerais e as de fins específicos (está já em preparação, por exemplo, uma associação de municípios vinícolas).

LE com Diário de Leiria

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