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Actualidade

“Politicamente correcto” retira poder às associações

«O poder das associações seria maior se não fossem tão politicamente correctas. Não têm de ser contrapoder mas também não têm de ser subservientes». A frase foi proferida por Henrique Neto, no final do debate informal, que reuniu cerca de três dezenas de associados da NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria, na última sexta-feira, revela a associação.

A tertúlia teve como objectivo juntar um grupo de empresários que lançasse ideias concretas sobre como renovar a imagem do associativismo empresarial no país, e na região de Leiria, de forma a que as empresas se sintam verdadeiramente representadas pelas estruturas associaivas, adianta.

Henrique Neto começou por referir que «a imagem do movimento associativo não é boa» em todo o País, devido ao número excessivo de associações e por serem criadas à imagem de um qualquer protagonismo. Acresce o facto de serem pouco organizadas e do Estado fazer tudo para não lhes dar importância, ou subsidiá-las, para as tornar dependentes e dóceis, adianta o comunicado.

Deste modo, os empresários acabam por não se rever nas associações, revela Henrique Neto, concluindo, no entanto, que «Portugal é talvez dos países onde o movimento associativo é realmente necessário pois o Estado é ineficaz e a sociedade civil fraca».

O debate foi iniciado por Henrique Neto, associado da NERLEI e um dos seus fundadores, e em simultâneo associado e vice-presidente da actual Direcção da AIP (Associação industrial Portuguesa), associação para quem tem vindo a desenvolver um trabalho na tentativa de fortalecer a relação entre a AIP e os seus associados.

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