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Actualidade

Cinema City fecha um dia depois da abertura

O novo complexo de cinemas de Leiria, fechou as portas na sexta-feira, um dia depois de ter aberto ao público, devido a uma ordem da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC), revela a Lusa, citando um comunicado da empresa. A empresa que gere o CinemaCity Leiria informou que decidiu «suspender temporariamente a sua actividade, cumprindo assim, de forma voluntária» a ordem da IGAC, que ainda não deu um parecer favorável à abertura.

Os promotores do complexo relembram que foram confrontados «com muitas e variadas formas de burocracia administrativa e cega» que atrasaram a abertura do CinemaCity Leiria.O equipamento não teve ainda uma vistoria final da Câmara Municipal de Leiria e da IGAC, apesar de já ter sido feita uma avaliação a 12 de Dezembro, quando foi feito «um conjunto de pedidos de correcções e de documentação, que foram efectuadas e entregues», segundo a empresa.

«Desde o passado mês de Janeiro que aguardamos vistoria final às sete salas» por parte da IGAC e da autarquia (que deve ser em simultâneo), refere a empresa, adiantando que «talvez na próxima quinta-feira, dia 15 de Fevereiro, se o processo for finalmente a reunião de Câmara, se possam marcar as vistorias finais e talvez nos concedam o grande favor de permitirem que finalmente abramos as portas aos leirienses». Segundo os promotores, a abertura na quinta-feira foi feita na «certeza de estarem reunidas todas as condições de segurança necessárias».

Burocracia afuguenta investimento

A SIMO (Sociedade Imobiliária de Cinemas) e a empresa NLC, que gerem o espaço, afirmam que tencionam investir em Portugal cerca de 380 milhões de euros em Portugal, mas admitem que é «provável que o tempo burocrático – administrativo» e os atrasos «destruam a vontade de investir», revela ainda o comunicado da empresa.

Em Leiria, foram investidos 32 milhões de euros e estão previstos 200 postos de trabalhos directos, que podem ficar em causa com os atrasos na abertura.«Não solicitámos nenhum subsídio, facilidade financeira ou administrativa. Fomos apenas pedindo, a cada passo, celeridade, eficiência e eficácia, ou seja, pareceres, despachos, vistorias e licenças em tempo útil», acrescentam.

LE com Lusa

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