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Actualidade

Macau vai voltar a distribuir cheques pela população

O chefe do Executivo de Macau, Fernando Chui Sai On, anunciou hoje que o Governo vai voltar a distribuir cheques pela população no segundo semestre do ano para aliviar os efeitos da inflação sobre a vida dos residentes.

Na primeira deslocação à Assembleia Legislativa este ano para responder às questões dos deputados sobre as políticas para 2011, anunciadas em novembro, Chui Sai On deixou a garantia de que o Executivo vai distribuir cheques de 3.000 patacas (260 euros) a cada residente permanente – há sete ou mais anos no território – e de 1.800 patacas (155 euros) a cada residente não permanente.

Esta medida, reclamada por muitos residentes, vai implicar uma despesa aos cofres públicos de 1.700 milhões de patacas (146 milhões de euros).

Ao lembrar que o Executivo tem vindo a defender o plano de comparticipação pecuniária como uma medida provisória a ser “canalizada para o regime de segurança social”, o líder do Governo disse, porém, “compreender as preocupações da população em relação à inflação, que diminui o seu poder de compra”, tendo, por isso, decidido adotar mais “medidas de apoio”.

Macau registou em 2010 uma inflação de 2,8 por cento, valor que subiu para 3,6 por cento no primeiro trimestre, esperando-se que atinja os cerca de cinco por cento no segundo semestre. Na China continental, a inflação deverá situar-se este ano nos cinco por cento.

Ao realçar que o Governo de Macau “não pode fazer muito” para contrariar esta situação porque a Região enfrenta “limitações”, Chui Sai On garantiu, no entanto, que será feito “o possível para ajudar a população a enfrentar esta elevada inflação”.

“Macau aplica uma baixa tributação, 80 por cento da economia é dependente dos serviços e muitos produtos são importados, especialmente da China continental, e não temos uma política única monetária, pois a pataca está indexada ao dólar de Hong Kong e este ao dólar americano”, sublinhou.

Macau registou em 2010 uma inflação de 2,8 por cento, valor que subiu para 3,6 por cento no primeiro trimestre, esperando-se que atinja os cerca de cinco por cento no segundo semestre. Na China continental, a inflação deverá situar-se este ano nos cinco por cento.

Ao realçar que o Governo de Macau “não pode fazer muito” para contrariar esta situação porque a Região enfrenta “limitações”, Chui Sai On garantiu, no entanto, que será feito “o possível para ajudar a população a enfrentar esta elevada inflação”.

“Macau aplica uma baixa tributação, 80 por cento da economia é dependente dos serviços e muitos produtos são importados, especialmente da China continental, e não temos uma política única monetária, pois a pataca está indexada ao dólar de Hong Kong e este ao dólar americano”, sublinhou.

Esta medida deverá ter um impacto inferior a 0,45 por cento sobre a inflação, segundo um inquérito efetuado sobre as despesas e rendimentos da população citado pelo líder do Governo.

LE com Lusa

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