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Actualidade

APED: Produtos de marca própria vão deter 50% do mercado

A quota de mercado dos produtos de marca própria da distribuição cresceu de forma sustentada nos últimos anos, até aos 34/35%, e poderá chegar aos 50%, segundo a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).

“No contexto europeu estamos mais ou menos a meio da tabela em termos de quota de mercado dos produtos da distribuição, o que indica que ainda há espaço para crescer, porque os líderes têm mais de 50% de quota”, disse a directora geral da APED em declarações à agência Lusa.

Falando à margem da apresentação do estudo “Marcas de Fabricante vs Marcas de Distribuição – O Combate da Década”, que hoje decorreu no Porto, Ana Isabel de Morais destacou que o consumidor encara cada vez mais a opção pelas marcas de distribuidor (MdD) como uma “compra inteligente”.

“O que está muito realçado neste estudo é a ideia da compra inteligente, em que o preço é de facto importante, sobretudo num momento de crise, mas em que há outros factores que também pesam, como a qualidade dos produtos, a relação de confiança e a informação que os produtos da distribuição passam”, sustentou.

A prová-lo, diz, está o facto de haver alguns produtos “em que o consumidor, mesmo tendo um rendimento que pode suportar a compra de produtos mais caros, acaba por escolher a MdD porque tem uma percepção de qualidade e de que aquele produto satisfaz a necessidade que procura”.

O facto de a questão financeira não ser a única a interferir na opção pelas MdD é destacado como uma das principais conclusões do trabalho por Fátima Marcos, da Magma Research, responsável pelo estudo.

Segundo referiu, os consumidores optam pelas marcas próprias da distribuição por questões financeiras, mas também pela atractividade e relação de proximidade que estas conseguiram conquistar, em detrimento das marcas de fabricante (MdF).

A prová-lo, diz, está o facto de haver alguns produtos “em que o consumidor, mesmo tendo um rendimento que pode suportar a compra de produtos mais caros, acaba por escolher a MdD porque tem uma percepção de qualidade e de que aquele produto satisfaz a necessidade que procura”.

O facto de a questão financeira não ser a única a interferir na opção pelas MdD é destacado como uma das principais conclusões do trabalho por Fátima Marcos, da Magma Research, responsável pelo estudo.
Segundo referiu, os consumidores optam pelas marcas próprias da distribuição por questões financeiras, mas também pela atractividade e relação de proximidade que estas conseguiram conquistar, em detrimento das marcas de fabricante (MdF).

“De facto, quando as pessoas se sentem muito pressionadas em termos financeiros a opção passa por MdD, mas nem em todas as categorias e nem sempre isto acontece. Actualmente há outros factores de contexto social que ajudam nesta opção, porque há uma certa pressão social de que uma boa escolha é uma MdD”, explicou.

Do trabalho – realizado com base nas percepções dos consumidores – resulta que “a agradabilidade que foi surgindo e a cada vez maior diversidade dos produtos oferecidos pelas MdD criou uma relação de proximidade muito grande” com os consumidores.

“Há uma queixa clara de que os fornecedores não estão a olhar pelos consumidores, ao contrário dos distribuidores, que estão muito solidários com eles”, disse.

Sentindo que “as MdF não estão a ocupar bem o seu lugar e não estão a dialogar”, para voltarem a optar pelas marcas do fabricante “os consumidores reclamam, acima de tudo, que lhe expliquem o valor acrescentado que têm e, nesse caso, dizem-se dispostos a pagar mais”.

Para a APED, o previsível aumento do peso das MdD não é necessariamente negativo para as MdF: “É dito neste estudo, e nós partilhamos, que quem vai vencer este confronto somos todos. É o consumidor, são os distribuidores e são as MdF, porque todos temos que viver com todos”.

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