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Actualidade

Crescimento Brasil atrai atenção de metalúrgicas portuguesas

O crescimento “robusto” da economia brasileira está a atrair a atenção de empresas metalúrgicas portuguesas, disse hoje à agência Lusa um responsável pelo sector.

Pedro Carvalho, da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (Aimmap), que está a liderar uma missão empresarial a São Paulo, salientou as oportunidades que o Brasil pode oferecer ao sector português.

“Estamos a estudar as oportunidades, principalmente com o actual crescimento robusto [da economia] e grandes eventos que se aproximam”, realçou, referindo-se ao Mundial de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, ambos a serem organizados pelo Brasil.

Composta por nove empresas, a missão empresarial realizou diversos contactos ao longo desta semana com potenciais parceiros em São Paulo, com o apoio da consultoria portuguesa Market Access.

Pedro Carvalho avançou que a missão foi o “início de uma sondagem”, mas que pelo menos três empresas participantes da missão já manifestaram o interesse de abrir unidades próprias no Brasil.

O responsável disse que o proteccionismo agrícola europeu faz com que outros países elevem os seus impostos de importação para produtos industriais da Europa, como forma de retaliação.

No Brasil, por exemplo, esses impostos variam entre 25 a 80% do preço final dos produtos industriais, diminuindo a competitividade de marcas europeias no mercado local.

A saída para contornar a cobrança destes impostos é a criação de uma unidade local, nomeadamente no sector automóvel, onde fabricantes de auto-peças precisam estar próximos do cliente final.

Pedro Carvalho salientou ainda que as exportações do sector metalúrgico e metalomecânico aumentaram 16% nos oito primeiros meses deste ano face ao mesmo período de 2009, para cerca de 5 mil milhões de euros.

“O nosso sector tem sido o sustentáculo actual da economia portuguesa, isoladamente exporta mais que os demais sectores da economia”.

Os principais mercados são países europeus como Espanha, França, Alemanha e Inglaterra, além de Angola, mais recentemente.

“Portugal precisa tirar proveito de sua localização geográfica, como fez há 500 anos, e aproveitar os laços históricos que nos unem ao Brasil”, conclui.

LE com Lusa

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