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Actualidade

Primeiro fundo de carbono chega a Portugal

A gestora de activos do Banif-Banco de Investimento recebeu ‘luz verde’ da CMVM para lançar o primeiro fundo de carbono em Portugal. O Luso Carbon Fund será um fundo especial de investimento fechado, investirá no mercado de crédito de carbono, nomeadamente, em projectos geradores de créditos de carbono, no quadro da legislação e regulamentação decorrente do Protocolo de Quioto, revela a edição de hoje do Diário Económico.

Em declarações ao Diário Económico, o administrador do Banif Investimento responsável pela gestão de activos, Raul Marques, disse que grande parte do montante do fundo será aplicado naqueles projectos, mas também podem optar por aplicar um determinado valor em produtos derivados de transacções de licenças de emissões de dióxido de carbono (CO2). Este responsável disse que o fundo tem limites relativamente às aplicações que poderá efectuar nos projectos que forem escolhidos a nível mundial.

O comércio de emissões não é o único mecanismo de redução à disposição das empresas, pois o Protocolo de Quioto prevê que as mesmas possam optar por participar em mecanismos de implementação conjunta e de desenvolvimento limpo.

Powernext lidera transacções

O mercado organizado Powernext tem vindo a alcançar volumes recorde nas transacções de licenças de emissões de dióxido de carbono. No último ano, esta bolsa negociou mais de 16 milhões de toneladas de CO2. Desde o seu arranque em Junho de 2005, o número de membros passou de nove para 50.

Estes negócios são realizados através do serviço Ecotrade. Segundo dados de Abril do corrente ano e, com apenas dois meses de actividade, aquele serviço conseguiu negociar 100 mil licenças de emissão de dióxido de carbono. O preço das licenças negociadas neste tipo de mercado também tem registado um forte aumento, passando dos oito euros em Janeiro de 2005 para os 22 euros no início do corrente ano.

Reduzir as emissões para cumprir metas de Quioto

As empresas têm de inventariar e monitorizar as suas emissões de CO2 e respeitar os limites de poluição que lhes são atribuídos anualmente. Para isso, podem reduzir as emissões ou ir ao mercado comprar licenças para emitir mais CO2.

No início de cada ano, cada instalação recebe um certo número de licenças e, no final do ano, deverá entregar uma quantidade de licenças igual às emissões reportadas. Em caso de diferença, as empresas podem comprar ou vender licenças em qualquer parte da UE.

Diário Económico

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