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Actualidade

Têxtil e vestuário recuperam encomendas à custa da China

Não faltam encomendas à indústria têxtil e vestuário (ITV) nacional, o problema maior é o esmagamento das margens de comercialização. «Há muitas marcas que tinham deixado Portugal em busca de novos fornecedores nos mercados asiáticos, como é o caso da China, e que estão agora a regressar, confrontados com a falta de resposta cabal seja em termos de qualidade, seja de rapidez de resposta», dizem os empresários do sector. O problema é o preço ‘asiático’ que se propõem pagar em terras europeias, revela a edição de hoje do Diário de Notícias.

«O preço nem sempre é tudo. Há clientes a regressar porque somos reconhecidos pela qualidade, flexibilidade e pelo cumprimento dos prazos», refere Paulo Nunes de Almeida, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP). Mas também admite que «muitos querem pagar preço igual ou aproximado do que pagavam lá, o que nos leva a margens de comercialização extremamente reduzidas».

A solução passa pelos empresários «fazerem valer os seus atributos». As estatísticas oficiais, referentes a Fevereiro, indicavam uma queda de 3,6% das exportações face a 2005, com as importações a caírem também 4,1%, traduzindo um saldo positivo na balança de transacções. Mas a nota de maior destaque é que, no mesmo período de 2005, as exportações baixavam 12%.

«Estamos a assistir a um regresso dos clientes da China mas também a ser alternativa à produção em Itália, que está a subcontratar fora. É bom para nós, não é pecado sermos subcontratados», afirma Amorim Alves da Anivec. E acrescenta, «A verdade é que o valor acrescentado tem subido na facturação. As exportações não têm acompanhado o desemprego».

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