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China: Textéis do lar portugueses apostam no «topo de gama»

Mais de duas dezenas de empresas portuguesas têxteis já vendem na China, nomeadamente atoalhados, roupa de cama e outros «produtos topo de gama», disse hoje à agência Lusa uma responsável do setor.

«O negócio, na China, não é a quantidade. Isso é para a China, Índia, Paquistão ou Bangladesh. Só nos podemos impôr através da diferenciação técnica, da qualidade e do design», disse Sofia Botelho, representante da Associação Selectiva Moda na Feira Internacional de Têxteis do Lar que decorreu esta semana em Xangai.

«Já temos alguns casos de sucesso na China, e também estamos a vender relativamente bem para a Coreia do Sul, mas com coleções caras e dirigidas a nichos de mercado», acrescentou.

A Feira Internacional de Têxteis do Lar de Xangai reuniu durante quatro dias cerca de mil expositores de 21 países e regiões, entre os quais os portugueses AMR Internacional e A. Ferreira & Filhos, e mais de 30 mil visitantes de uma centena de países.

“O mundo todo passa por aqui”, referiu Sofia Botelho.

Segundo salientou, “a China é um mercado emergente onde o consumidor de produtos de topo de gama gosta de comprar o que é ocidental e europeu, mas é também um mercado difícil ”.

“As empresas portuguesas precisam do apoio do Estado para poder entrar neste tipo de mercados”, disse.
A Associação Selectiva Moda voltará em outubro a Xangai, para participar noutras feiras internacionais do setor, desta vez sobre têxteis técnicos e tecidos para vestuário, adiantou Sofia Botelho.

Na opinião daquela profissional, “inovação, qualidade e design é a chave do sucesso na China.
“Os chineses compram matéria-prima europeia e depois confecionam o produto na China, que é mais barato, mas falta-lhes a beleza do nosso design”, afirmou.

LE com Lusa

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