Javascript desactivado

Para completa funcionalidade deste site é necessário activar o JavaScript. Aqui estão as instruções de como activar o JavaScript no seu navegador.

Actualidade

Sócrates: sector agrícola «não é nenhum fardo para Portugal»

O primeiro-ministro José Sócrates recusou sábado, em Pombal, que a agricultura portuguesa constitua um fardo para o País, considerando que o sector puxa pela economia nacional, revela a Lusa.

«[A agricultura] é um sector que quer puxar pelo país, não é nenhum fardo para Portugal», indicou Sócrates

«[A agricultura] é um sector que quer puxar pelo país, não é nenhum fardo para Portugal. A agricultura portuguesa pode e deve ser um sector que puxa pelo País, que moderniza o nosso País», disse José Sócrates durante uma cerimónia de celebração de contratos com empresários agrícolas ao abrigo do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).

Na ocasião o primeiro-ministro destacou o exemplo da empresa Derovo – que visitou antes da cerimónia -, um grupo empresarial que labora no sector dos derivados de ovo para a indústria alimentar.

«Nenhum de nós calculava que houvesse tantos produtos finais que se obtêm a partir do ovo», frisou José Sócrates.

Destacou ainda que a Derovo, que possui mais de uma centena de avicultores accionistas «resulta da vontade de vários produtores se associarem para ganharem competências e capacidades».

O resultado, disse o primeiro-ministro, foi uma aposta empresarial «para poderem fazer melhor do que fariam se estivessem isolados».

«É um exemplo que outros sectores da agricultura portuguesa devem perceber. Um exemplo não pelo que conseguiram mas pela permanente vontade de progredir, a vontade de estar sempre a investir, é disso que o País precisa, de quem queira investir», disse o primeiro-ministro.

Fundado em 1996, a Derovo efectuou, um ano depois, a primeira exportação de ovo líquido pasteurizado para Espanha e, seis anos volvidos, em 2002, foi considerada a melhor empresa mundial de produtos de ovo.

O volume de negócios atingiu, em 2009, cerca de 33,2 milhões de euros. Com a abertura de uma segunda unidade de produção, em Proença-a-Nova o grupo empresarial espera atingir daqui por três anos, em 2013, um volume de negócios a rondar os 80 milhões de euros.

Já o volume de investimentos mais do que duplicará em 2013 face a 2009 – 48,1 milhões de euros contra 20,3 o ano passado – enquanto o número de colaboradores deverá subir dos actuais 101 para 280.

Lusa

As mais lidas

Secil inaugura unidade de produção de microalgas em Pataias

A Secil inaugurou hoje, na sua fábrica em Pataias, Alcobaça, uma unidade de produção de microalgas. O projecto envolve a captação e utilização do CO2 ali gerado, por microalgas, que são depois canalizadas para os mercados que as aproveitam como ingrediente sustentável, natural e rico em compostos bioquímicos, nomeadamente para os da alimentação humana e animal. O investimento é de 15 milhões de euros.

Câmara vende Topo Norte do Estádio por 1,3 milhões para instalação das Finanças

O Município de Leiria aprovou esta terça-feira uma proposta de alienação da Torre Nascente do Topo Norte do Estádio Dr. Municipal Magalhães Pessoa, com uma área de construção de 4.500 metros quadrados, destinada a instalações para albergar e juntar num único local os Serviços de Finanças locais e distritais de Leiria. O valor da alienação do prédio é fixado em  1.339.503 euros.