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Actualidade

Situação económica das empresas da reparação e manutenção automóvel tem vindo a degradar-se

A situação económica das empresas da reparação e manutenção automóvel, em especial as independentes, tem vindo a degradar-se, revela a ANECRA – Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel, no documento que reúne as principais conclusões do encontro que promoveu a semana passada em Leiria.

A dificuldade no acesso à formação, à informação técnica e ao abastecimento de peças de substituição, bem como o respectivo custo, são as principais preocupações apontadas ao futuro dos reparadores independentes.

«Estes são assuntos que devem ser continuamente monitorizados, no sentido de garantir o “direito de reparação” aos reparadores independentes, e assegurar os princípios de liberdade de escolha da oficina de reparação automóvel, por parte dos consumidores», adianta a associação.

A ANECRA considera que a 5ª Directiva sobre o seguro automóvel – que impõe uma uniformização de procedimentos ao nível da gestão de sinistros – traz uma maior agilização e celeridade de processos, mas defende a necessidade de consagrar «uma maior protecção do lesado e da própria oficina reparadora sempre que a seguradora não detenha a direcção efectiva da reparação».

A associação anunciou que prevê, neste contexto, a celebração, a curto-prazo, de protocolos específicos de salvaguarda dos direitos dos reparadores e dos consumidores e a definição de códigos de conduta e de boas práticas entre reparadores e seguradoras.

Quanto à evolução do número de abates de veículos em fim de vida (mais 148% face a 2006), considera-a positiva, mas defende uma forte campanha para divulgação do programa junto dos consumidores.

Reparadores devem enquadrar-se em redes

A associação defende que os reparadores, particularmente os multi-marca, devem enquadrar-se em redes de oficinas de forma a colmatar «as carências das estruturas empresariais de pequena dimensão e assegurar a melhoria da imagem e notoriedade da oficina, pelo reconhecimento associado à marca da rede». É neste enquadramento que se situa, o projecto RINO – Rede de Oficinas Independentes da ANECRA.

No que toca às exigências colocadas às empresas de reparação automóvel em matéria ambiental, a ANECRA «tem procurado, através de contactos com as entidades oficiais, que a legislação seja simples e eficaz no seu cumprimento».

A ANECRA destaca as medidas de simplificação processual e administrativa destinadas a agilizar processos «que aguardavam indefinidamente, a emissão de Alvarás, na constituição de empresas de reparação e de manutenção automóvel por parte das câmaras municipais», mas considera urgente que estas simplifiquem e agilizem também o licenciamento de obras.

A associação reiterou ainda a sua concordância quanto às medidas relativas à tributação automóvel, embora considere não serão suficientes para inverter a tendência de crise que se vive no sector automóvel.

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