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Actualidade

ICEP e Embaixada organizam prova de vinhos portugueses na China

A embaixada de Portugal na República Popular da China e o ICEP de Pequim organizaram esta quarta-feira uma acção de promoção de vinhos portugueses com a presença de uma centena de profissionais do sector, revela a agência Lusa.

A acção de promoção, que decorreu na residência do embaixador de Portugal em Pequim, deu a provar a totalidade dos vinhos portugueses disponíveis no mercado chinês a cerca de oitenta profissionais da hotelaria, como representantes de hotéis, restaurantes e bares, armazéns, supermercados e outras grandes superfícies.

«O objectivo geral é introduzir no mercado da China mais marcas de vinho português. Neste caso concreto, o que queremos é dar a conhecer melhor os vinhos portugueses já existentes no mercado chinês, para o qual poderá existir ainda mais procura», disse António Santa Carlos, embaixador de Portugal na República Popular da China.

O objectivo da acção de promoção, que reuniu ainda as cinco maiores importadoras de vinho português para a China, destina-se, segundo o embaixador português, a alargar a penetração do vinho português no mercado chinês e na região de Pequim, em particular, apostando no aumento da visibilidade das marcas portuguesas.

«Podemos ainda fazer com que o mercado conheça melhor a boa relação entre a qualidade e preço dos vinhos portugueses, e conheça melhor a totalidade das marcas postas à disposição do consumidor chinês», referiu António Santana Carlos.

De acordo com profissionais do sector, a qualidade do vinho português torna-o um produto fácil de vender na China, mas que sofre de falta de conhecimento no mercado quer entre os profissionais de hotelaria, que nãos os disponibilizam, quer entre os consumidores finais, que não o exigem.

«É necessário, sobretudo, levar a cabo um exercício de marketing para educar o consumidor chinês sobre vinho no geral, e sobre as qualidades do vinho português em particular. Foi isso que os franceses e os australianos fizeram, e com bons resultados», disse Phoebe Wong, directora-geral do restaurante RBL/Icehouse, um dos mais caros e exclusivos da capital chinesa, presente na prova de vinhos.

A China tem uma força de seis milhões de consumidores, quase todos entre 25 e 39 anos, que podem consumir produtos considerados de luxo no país, tal como o vinho, segundo um recente estudo da companhia internacional de cartões de crédito Mastercard.

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