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Actualidade

Empresas portuguesas passam a poder vender na Amazon

A Amazon lançou um canal destinado às empresas portuguesas que pretendam comercializar os seus produtos na plataforma de comércio online. Chama-se Marketplace e permite às empresas nacionais fazer chegar os seus produtos aos cinco sites que a Amazon possui na Europa, nomeadamente Espanha, Reino Unido, Alemanha, França e Itália.

A adesão à plataforma, disponível desde a semana passada, é gratuita. A partir daí a Amazon cobra uma comissão média por venda de 15%, um valor que poderá ser inferior, como acontece com os produtos electrónicos, onde a taxa é de 7%.

As PME portuguesas podem também aderir a uma modalidade mista, designada de FBA – Fulfillment by Amazon, através da qual poderão atribuir parte do seu stock a um centro logístico da Amazon e/ou utilizar a sua rede de distribuição. Neste caso será cobrada uma tarifa adicional, em função do volume de negócios gerado.

Os empresários portugueses suportam os custos até ao centro logístico mais próximo, que fica em Madrid, sendo a distribuição para os restantes países da Europa assegurada pela Amazon.

«Por exemplo, o envio de uma caixa de sapatos entre Madrid e Munique, na Alemanha, custa cerca de três euros com a Amazon. Com outra distribuidora, o valor ascenderia aos 19 euros. Os mercados do calçado e dos têxteis portugueses são precisamente dois dos focos, juntando-se os vinhos e a alimentação», exemplifica a plataforma Invest in Portugal.

Portugal é o terceiro país a receber o Marketplace, depois da Holanda e da Polónia. O número de PME e a localização periférica do país no continente europeu são os motivos apontados pela Amazon para avançar com esta aposta.

«O tráfego gerado na plataforma, sem a necessidade de investimento em publicidade, é uma das vantagens apontadas. Existe ainda um alcance global das vendas, sendo possível monitorizar e ajustar permanentemente a oferta nos diferentes mercados», acrescenta a plataforma.

Recorde-se que a empresa anunciou esta semana a abertura da sua primeira loja de conveniência Amazon Go, na baixa de Seattle, sem caixas e sem funcionários. Os clientes autenticam-se à entrada com o smartphone e tudo aquilo em que pegarem será automaticamente adicionado ao carrinho virtual, sendo o pagamento feito como se de uma compra online se tratasse.

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