Três perguntas para entender melhor a fitoterapia

Entrevista

Plantas para prevenção e tratamento. Fitoterapia ou fitoterapia, É uma abordagem ancestral da qual encontramos vestígios até tempos pré-históricos. “A fitoterapia nunca parou de se reinventar desde então e já é usada na área médica há quase 40 anos”, identifica Eric Loren, fitoterapia e autor do livro Phyto, minha droga natural. Quais plantas devem ser usadas e para quais doenças? Que precauções devem ser tomadas antes de usá-lo? Eric Lauren vai ficar segunda-feira em Sem compromisso Na Europa 1.

Para quais doenças?

Existem plantas que são capazes de acalmar ou mesmo tratar todo tipo de aflições e enfermidades. Por um lado, existe a fitoterapia preventiva. “Vários estudos mostraram, por exemplo, os benefícios antivirais do cipreste sobre a gripe ou o papilomavírus”, confirma Eric Loren.

A fitoterapia também trata alguns distúrbios neuropsiquiátricos, como distúrbios do sono. O ideal, neste caso, é “combinar papoulas da Califórnia com valeriana ou passiflora”, duas plantas cujas virtudes calmantes foram repetidamente demonstradas. A flor da paixão também é usada contra o estresse e a ansiedade.

A medicina fitoterápica também pode lidar com doenças físicas. O oxicoco, por exemplo, é comumente usado para tratar cistite. A hera trepadeira tem propriedades anti-tosse. Para retardar o envelhecimento da pele, Eric Loren aconselha os idosos a tomarem regularmente astrágalo, uma planta chinesa colhida em Sichuan.

De que forma usá-lo?

Nem todas as formas de fitoterapia são igualmente eficazes. Na forma líquida, algumas plantas são mais eficazes em um extrato aquoso alcoólico do que em chás de ervas, pois seus agentes são mais diluídos em álcool do que em água.

Uma grande parte das plantas medicinais é comercializada na forma de pílulas como suplementos nutricionais. “A melhor maneira de conseguir isso é ir ao farmacêutico que os escolhe e aconselha seus clientes”, sugere Eric Loren. Se você comprou essas pílulas online, é importante verificar sua origem. “É a seriedade dos laboratórios que faz a diferença”.

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Existem riscos?

Sim, daí a importância de entrar em contato com um médico ou farmacêutico. “Por exemplo, você deve evitar colher as plantas sozinho para fazer chá de ervas, pois isso pode ser perigoso. É fácil, por exemplo, confundir genciana com frutose branca, que é uma planta altamente tóxica”, alerta Eric Loren.

Além dessas ambigüidades, a falta de conhecimento botânico pode levar a diagnósticos equivocados e prescrições incorretas. “O ideal seria encontrar um terapeuta botânico, porque a fitoterapia faz parte de um processo clínico e requer treinamento”. O médico tem o prazer de ver cada vez mais colegas recebendo treinamento neste tópico.

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