Que tal trabalhar remotamente ao sol?

A ilha portuguesa da Madeira, localizada ao largo da costa de Marrocos, aproveitou a propagação da pandemia para passar a acolher trabalhadores remotos de todo o mundo. Uma dádiva de Deus para as empresas locais. e El Dorado para jovens funcionários nômades.

O sol de outono, ainda forte, ilumina o oceano. Ao fundo, os becos de bananeiras se misturam com flores de buganvílias. E em meio a essa paisagem subtropical, em um imenso terraço ao ar livre, dezenas de pessoas compartilham duas longas mesas comunais, os olhos fixos nas telas dos computadores. Outros preferem uma única mesa muito leve, onde possam se movimentar como quiserem. A rede se estendia até o pequeno jardim ao lado, no meio da romãzeira, cereja-caiena e goiaba, ainda vazia.

Os sinos da igreja tocam às 10h, e um novo dia de trabalho remoto começa para esta tribo. Há menos de um ano, a vila da Ponta do Sol, na ilha portuguesa da Madeira, tornou-se uma das terras da conquista « nômades digitais “,” Quem opta por sair da sede corporativa ou do apartamento para mudar de cenário e descobrir o mundo… trabalhando. Se o termo apareceu pela primeira vez em 1997 como o título de uma obra americana (nômade digital, Por Tsujio Makimoto e David Manners, eds. Wiley, 1997), que previu o surgimento de uma nova classe digital e móvel, esse modo de vida, que por muito tempo permaneceu atípico e reservado às profissões independentes, recentemente se tornou mais democrático.

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