PSG-Angers: Nenhuma câmera e VAR ‘esquecido’, por que VAR ‘interrompido’

“O VAR está começando a me aborrecer com essa história. Colocamos milhões lá, nem mesmo sabemos como usá-lo.” O defensor do Angers, Romain Thomas, não tentou esconder sua frustração com a assistência de vídeo com o microfone da Amazon no final de a decepcionante derrota de sua equipe (2-1) no parque do Paris Saint-Germain por dez dias. E o erro, em particular, na cobrança de pênalti concedida aos parisienses aos 83 minutos em troca de uma mão de Angevin Berek Cappel com um cabeceamento de Mauro Icardi, enquanto o centro ofensivo argentino cometeu um erro segundos antes em Thomas.

Se o chefe da arbitragem francesa Pascal Garibian já havia reconhecido um erro nesta sequência, a orientação técnica do árbitro (DTA) foi ainda mais longe na terça-feira de manhã ao transmitir o vídeo daquela noite no Replay Center, sala onde estão os video-árbitros. Oficial nos jogos da Ligue 1. Sequência em que vemos como os assistentes Jérémie Pignard e Aurélien Berthomieu “esqueceram” de verificar se o argentino cometeu algum erro no início da prova.

O vídeo mostra, na verdade, a dupla, com a ajuda de um prestador de serviço da Hawk Eye que opera o sistema de vídeo-assistência, focando em uma possível infiltração de Kylian Mbappé, focando no procedimento, antes de determinar que, sim, Pierrick Capelle interferindo erroneamente no de Icardi cabeça. “Aconselho você a prestar atenção. Eu coloco um ponto de suspensão na mão. Verificamos o aplicativo”, explica o árbitro do VAR Bastien Deshepe, seu homólogo em campo.

Frase que significa que a “fase de ataque da aquisição”, ou seja, o ato que leva ao objetivo, está livre de situações contenciosas. Romain Thomas a beau indiquer qu’il a été victime d’une faute, l’homme au sifflet pense que cette option a été écartée par l’assistance video, tandis que lui se contente de respecter sur l’écran si la mainable est First . “Eles erraram, admitiu o ex-árbitro Stephane Lannoy, vice-diretor técnico encarregado da assistência de vídeo. Essa punição não deve ser concedida.”

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Mbappé na área branca do Parc des Princes

“Eles se viram em um efeito de túnel, continua Pascal Garibian, chefe dos apitos tricolores. Mas quanto mais calma em campo, mais podemos captar esses indicadores, essas informações que os jogadores transmitem.”

Outro ponto polémico neste encontro, o médio Danilo Pereira empatou de cabeça aos 69. Se o português não está impedido, o vídeo-assistente tenta focar em Kylian Mbappé, o passe crucial, para apurar se está. O problema é que o campeão mundial está descentrado em termos de movimento e só pode ser visto em uma tomada do diretor, a da câmera posicionada perpendicularmente acima da ação, que não permite traçar linhas para determinar se sua posição é legal ou não.

Portanto, é impossível usar a assistência de vídeo para determinar se um alvo deve ou não ser concedido. Na dúvida, Bastien Descheppe deu o gol para os parisienses. Neste caso específico, a Diretriz Técnica de Arbitragem (DTA) admite que é impotente e se refere ao locutor da partida, Amazon Prime naquela noite.

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