Processo de Portugal – da fase à tela

Hakim é um policial patético. Só o dobro é um traficante português. Portanto, é natural que o diretor da Interpol na França lhe peça para realizar uma tarefa delicada em um canteiro de obras. Para isso, um sábio tem que se dedicar ao português, aprender seus símbolos, gestos e claro seu dialeto tudo isso em menos de uma semana. O resto é pura improvisação às maiores pressões do seu comissário …

Uma humilde comédia que reflecte mais do que uma cena impostora e a sua célebre personagem portuguesa que faz o seu público rir às lágrimas. Portanto, neste turbilhão de humor insaciável, o ator traz seu personagem para o cinema.

Entre clichês de trabalhadores portugueses e outros no local e na sua paixão e quotidiano como os jogos de futebol em casa, o reagrupamento familiar e a solidariedade nacional, os portugueses estão representados num contexto que é amplamente conhecido fora do seu país por menos. Quem os conhece assim reconhecerá, entre outras características, as suas dificuldades em falar francês ou a lendária gastronomia. Devemos perceber que os natas são de fato um assassino culinário.

Não há dúvida de que o público conquistado por Dajjal vai adorar esse filme com seu ritmo cômico contínuo. Para outros, a menos que mergulhem nesse estranho mundo de sátiras e clichês, o risco de perder essa comédia é grande. Em outro grupo racial, a mente certa estaria certa em chorar por um escândalo racial, mas parece que se ela é contra os brancos ela não é a mesma … É engraçado.

Ser classificado ao lado de seus colegas como “O que fizemos ao bom Deus?” ‘Ou’ Camping … ‘e ainda mais terrível.

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About the Author: Aldina Antunes

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