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Opinião

Ana Carvalho

Ana Carvalho

Jurista | DECO Coimbra

Bancos com caminho livre para alteração unilateral da taxa de juro

No passado dia 17/05/2011 o Banco de Portugal emitiu uma carta circular (n.º 32/2011/DSC) onde admite a possibilidade de os bancos poderem estabelecer nos contratos de crédito uma cláusula que permita alterar unilateralmente as condições acordadas, nomeadamente a taxa de juro e outros encargos aplicáveis.

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Não há oportunidades!

O destino mais provável de uma empresa quando é criada é a falência. A taxa de insucesso das novas empresas está acima dos 60% no prazo de um ano. No entanto, a falência não é uma fatalidade, um destino que não pode ser evitado! Para ter sucesso, uma nova empresa tem de satisfazer uma necessidade, oferecendo um produto ou serviço que os clientes realmente queiram. É, portanto, fundamental, perceber as necessidades dos clientes ou seja, identificar uma oportunidade.

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

A China

O mundo vive em 2010 os efeitos de uma crise que deu os primeiros sinais em 2007 e começou em 2008. Nos EUA faliram centenas de bancos e o governo precisou de socorrer as empresas. Na Europa, a crise fragilizou os países mais débeis, que estão agora sob o olhar penalizador das agências de rating. Ninguém escapou aos problemas, a crise fez todos os países perder dinheiro. Todos? Não! Um grande país, povoado por 1.400 milhões de habitantes ainda resiste à crise.

Da Região para o mundo: Pensar global

O valor do networking

Alguém disse que “Não é o que sabes que conta, mas quem conheces. Mas, se não souberes o quê, o quem não falará contigo”. E, se é verdade que poucos não entendem a importância que as redes relacionais têm, ou seja, de quem conhecem, o facto é que poucos trabalham as suas redes.

João Carvalho Santos

João Carvalho Santos

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

A competitividade de um país depender de salários baixos é uma falsa questão

Em Portugal estamos habituados a ouvir que é preciso aumentar a produtividade e diminuir os salários de forma a tornarmo-nos mais competitivos. Contudo, se analisarmos o quadro I poderemos observar que os países da EU mais competitivos são precisamente os países com salários mais altos!

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Conhecimento é poder

O que é uma empresa? Uma empresa é um conjunto de recursos materiais, financeiros e humanos, que se dedica a produzir um produto ou prestar um serviço. Estes recursos, desde que correctamente organizados e geridos, devem produzir um lucro, para recompensar quem os investiu. Mas não será esta uma visão limitada do que é uma empresa? Certamente é.

Manuel Portugal

Manuel Portugal

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Onde a nova empresa começa: Há oportunidade no mercado?

Nestes tempos de maior desemprego, o empreendedorismo vai-se afirmando como uma realidade para um número crescente de pessoas. Este é o empreendedorismo por necessidade em que a solução do empreendedorismo – ou seja, a criação de uma nova empresa – surge para resolver o problema da falta de rendimentos por causa da falta de emprego. Em alguns casos, enveredar pela criação do próprio emprego é, também, uma forma de garantir maior satisfação porque, diga-se, em abono da verdade, que a grande maioria dos empregos é bastante desinteressante. Aliás, sejamos sérios, a maioria das empresas é desinteressante: que prazer último dá trabalhar numa fábrica de sabões??!!

Jaqueline Canuto

Jaqueline Canuto

Investigadora do globADVANTAGE – Center of Research in International Business & Strategy

O milagre da crise!

Estamos em crises há já alguns anos. E seguramente estaremos em crises por mais outros tantos! Temos a crise global que veio para ficar, afectando uns paises mais do que outros. E temos a nossa crisezinha doméstica, aquela que insiste em não nos deixar. Não que nos incomode muito, pois com essa já estavamos habituados, e vivíamos alegremente, sempre à espera que um vento a levasse. Sim, porque a solução para a crise tem que partir dos outros, dos governos, mas não de cada um de nós. E como todos ficam à espera que os outros resolvam este problema, só um milagre nos pode salvar.

Nuno Reis

Nuno Reis

Docente na ESTG-IPL | Investigador no globADVANTAGE – Center of Research on International Business and Strategy

Um dia…

Um dia vou deixar de aturar o chefe. Aliás, deixo de o aturar e ele vai ouvir das boas. Chego ao emprego um dia e digo-lhe como é, chamo-lhe tudo menos santo! Que falta de atenção, não repara no esforço que eu faço para fazer o meu trabalho. E nunca ouve as minhas ideias! Se me ouvisse os clientes iam ficar muito mais satisfeitos, que eu é que os atendo e sei do que precisam. Um dia perco a paciência e abro mesmo a minha empresa e esta vai à falência. E depois o meu chefe vai lá pedir emprego e eu trato-o como ele me trata…