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A vacina Sputnik V aumenta o HIV?

Depois que a campanha de vacinação da AstraZeneca foi suspensa devido à sua ineficácia contra a variante sul-africana, a África do Sul agora colocou a vacina russa Sputnik V sob vigilância. Não é falta de eficácia que está em questão (embora não tenhamos dados sobre o assunto), mas um adenovírus é usado como vetor viral nesta vacina. Esse adenovírus tipo 5 (Ad5) já é suspeito de aumentar o risco de contrair o HIV, de acordo com o The Lancet. Após vários estudos sobre o tema, uma conferência sobre vetores Ad5 em 2013 concluiu que estes últimos poderiam reduzir a resposta imunológica ao HIV. E ele aconselhou não usá-lo em áreas onde a AIDS é comum. No entanto, a África do Sul é um dos países mais afetados do mundo, com uma taxa de prevalência de 19% entre adultos entre 15 e 49 anos. De acordo com uma hipótese apresentada pelos pesquisadores, a resposta imune ao Ad5 leva a uma diminuição na atividade dos linfócitos TDC4 e TDC8 específicos para o HIV. Os autores do artigo do Lancet alertam que “esta consideração deve ser levada em consideração antes do desenvolvimento de vacinas Ad5 contra a SARS-CoV-2”. Na África do Sul, a vacina Novavax também foi criticada por sua baixa eficácia com a variante. Tudo o que resta são os da Pfizer-BioNTech, Moderna e Johnson & Johnson (que também trabalham com um vetor viral, mas diferente do Sputnik V) para vacinar dois terços de sua população, ou 40 milhões de pessoas. Um desafio para este país, o mais atingido na África pela epidemia de Coronavirus.

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