Metro alemão reforça presença em Portugal ao adquirir grossista Aviludo

Postado em 19 de outubro de 2020 às 12h37Atualização em 19 de outubro de 2020, 12:38

O Metro segue a estratégia de seu chefe, Olaf Koch. Há vários anos, ela vem tentando elevar o perfil do gigante alemão da distribuição de alimentos, concentrando-se novamente em suas atividades de atacado. O anúncio de segunda-feira da aquisição do grupo português Aviludo, por um valor não revelado, deixa isso claro. A venda agora está sujeita aos reguladores e deve ser concluída na “primeira parte de 2021”.

O Grupo Aviludo, especializado na distribuição de alimentos de grupo, é “o segundo mais importante grossista alimentar de Portugal”, Metro diz em seu comunicado de imprensa. Fundado em 1984, o grupo português, com 13.500 clientes, tem uma facturação anual de 152 milhões de euros e emprega 850 pessoas.

Refocar atividades

O gigante alemão está satisfeito com um acordo que lhe permitirá “reforçar a sua presença em Portugal”. Já possui um macro grossista no país, que tem uma facturação anual de cerca de 398 milhões de euros. Além disso, você precisa saber mais sobre eles.

O antigo conglomerado de distribuição Metro continua a sua estratégia de reorientação para o negócio de atacado, em particular de alimentos. A gigante alemã já se separou da rede de supermercados Kaufhof e dos supermercados Real. Nos últimos anos, adquiriu a German Rungis Express, a French Pro à Pro e a Singaporean Classic Fine Foods. Em 2019, o Metro registrou vendas de 27 bilhões de euros.

Mas isso não coloca a empresa de 97.000 pessoas no mundo a salvo do risco de uma possível aquisição. O Metro está sob ataque há mais de um ano pelo bilionário tcheco Daniel Kretinsky e seu parceiro Patrik Tkak. A nova oferta, elaborada em meados de setembro, avalia a empresa de Dusseldorf em cerca de € 3,1 bilhões. Um valor grande, segundo especialistas, mas uma oferta que ainda é considerada desvalorizada pelos dirigentes do grupo, na sexta-feira, dia 16 de outubro.

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