A TAP vai ser votada na Assembleia da República. Com balas, “acaba o programa TAP”, diz Marquês Mendes-Aviasau

O plano de reestruturação da TAP vai ser discutido e votado na Assembleia da República após ter recebido “luz verde” da Comissão Europeia. A notícia foi publicada domingo por Luis Márquez Mendes, que, no seu comentário, no SIC, disse que a decisão do executivo de submeter o plano à aprovação do Parlamento tinha sido comunicada ao PSD poucos dias antes.

“O governo informou o PSD de uma decisão correta, mas surpreendente, há alguns dias – assim que a Comissão Europeia aprovar o plano de reestruturação, ele será encaminhado ao Parlamento para debate e votação. Isso forçará os partidos a tomar uma posição. Não apenas debatam. É uma votação também”, disse o comentarista.

Marx Mendes também destacou que a decisão tem “consequências terríveis”. Perguntou: “Se o plano falhar no Parlamento, o programa TAP termina. A questão é: quem vai tornar este plano exequível?”

O plano de reestruturação, elaborado pelo Boston Consulting Group (BCG), no âmbito do apoio governamental no valor de 1.200 milhões de euros, deve ser entregue à Comissão Europeia até 10 de dezembro, mas a Civil Aviation Pilots Association (SPAC) já escreveu ao governo solicitando o adiamento Negociações com Bruxelas. O sindicato acredita que o plano se baseia em previsões de mercado “completamente desatualizadas” e alerta que as orientações de resgate, que organizaram o auxílio prestado à TAP, são insuficientes e vão levar à extinção da transportadora.

Marques Mendes considera que “os sindicatos cumprem o seu papel. É natural, legítimo, claro e não pode ser prejudicado”.

“Durante anos houve uma grande tolerância por parte dos portugueses para com as perdas da TAP e da TAP. A TAP era uma espécie de“ vaca sagrada ”. Hoje não é assim. Os portugueses gostam da TAP mas estão cansados ​​do dinheiro a“ investir ”que se arrependeram. A tolerância para com a TAP acabou. A TAP viveu além das suas possibilidades durante anos. A prova é que sofreu prejuízos em dez dos últimos onze anos. Só teve lucro em 2017. Mesmo em 2018 e 2019, que são os anos de crescimento e boom do turismo, sofreu prejuízos. Esta empresa é recuperada. Estruturado ou sem futuro. “

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Para Marques Mendes, “o futuro modelo do programa TAP deve, na minha opinião, ser o seguinte: primeiro, um programa TAP maioritariamente privado; segundo, um programa TAP em que o Estado empurra tarefas de serviço público (comunicações às regiões autónomas; aos PALOP; e às comunidades portuguesas) Terceiro, um programa TAP que, em tudo o mais, pode agir de acordo com as regras da concorrência. ”

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