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Actualidade

Start-ups de hoje são mais pequenas e com perfil mais exportador

O perfil das start-ups (empresas no primeiro ano de vida) está a mudar, com mais iniciativas individuais, de menor dimensão, com um perfil mais exportador, de acordo com os dados da Informa D&B que traçou a evolução das novas empresas nos últimos 10 anos (2007-2016) em Portugal.

Start-ups acentuam perfil exportador

Desde 2008 que as start-ups reforçam o seu perfil exportador, mas em 2015, a percentagem destas empresas que exportam logo no primeiro ano de vida (11,6%) ultrapassou pela primeira vez a percentagem de empresas que vendem para o estrangeiro em todo o tecido empresarial (11,1%). Para estas start-ups exportadoras, os mercados externos representam mais de metade da sua faturação.

Pequenas e jovens mas empregadoras

Entre 2007 e 2014, as start-ups foram responsáveis por quase um quinto (18%) do novo emprego criado no tecido empresarial. Se às start-ups acrescentarmos as empresas até aos cinco anos de idade, a percentagem sobe para os 46%.

Empresas jovens são quase um terço de todo o tecido empresarial

O tecido económico nacional apresenta sinais de rejuvenescimento, com as empresas com idade até 5 anos a representarem, no final de 2015, quase um terço de todas as empresas nacionais. Estas empresas são o segundo grupo mais relevante em número de empresas e contribuíram, em 2015, com 9,1% do volume de negócios e com 16% do emprego do universo empresarial.

Alojamento e restauração ganha lugares em novas empresas

Os Serviços e o Retalho continuam a ser os setores onde nascem mais empresas. O Alojamento e restauração passa do quinto para o terceiro lugar entre os setores onde nascem mais empresas. Os setores com maiores crescimentos em número de constituições de empresas foram a Agricultura, pecuária, pesca e caça, Telecomunicações e Alojamento e restauração. Em 2016, as Atividades imobiliárias destacaram-se pelo forte crescimento no número de constituições.

Mais de mil empresas tecnológicas criadas em 12 meses

Pela primeira vez no tecido empresarial português foram constituídas mais de mil novas empresas tecnológicas (1032) num período de 12 meses (Abril’16-Mar’17). Nos últimos anos aumentou significativamente o número de iniciativas neste setor, duplicando o número de nascimentos de empresas na última década.

Entre Abril de 2016 e Março de 2017, as Atividades de Consultoria Informática e as Atividades de Programação Informática destacam-se de todas as outras, respetivamente com 401 e 358 novas, representando 39% e 35% do total das empresas tecnológicas criadas nesse período. O conjunto total das tecnológicas faturou em 2015 mais de 3,2 mil milhões de euros, empregando quase 44 mil pessoas. Nesse ano, estavam registadas e com atividade comercial 5318 empresas.

Lisboa volta a liderar em novas empresas

Depois de ter sido ultrapassada pelo Porto em 2008, a região de Lisboa volta a ser região mais empreendedora, com 37% das novas empresas em 2016, face aos 32,9% da região Norte.

Os anos críticos para o crescimento e para a sobrevivência das start-ups

A análise das start-ups que nasceram nos últimos 10 anos mostra que o seu crescimento se verifica de forma mais acentuada nos primeiros anos, com o volume de negócios a registar um aumento médio de 139% no primeiro ano, triplicando após dois anos e sendo cinco vezes maior no oitavo ano. O número de empregados também aumenta, mas de forma mais contida, crescendo em média 35% no primeiro ano, duplicando apenas após oito anos de atividade.

Mas é também no primeiro ano que mais start-ups ficam pelo caminho. Cerca de dois terços das empresas sobrevivem ao primeiro ano de atividade, mais de metade (53%) ultrapassam o terceiro ano e 42% atingem a idade adulta. No oitavo ano de atividade, apenas um terço das empresas mantém atividade.

 Nos últimos 10 anos nasceram em média 35 mil empresas por ano

Entre 2007 e 2016, foram constituídas 347 272 empresas e outras organizações, o que representa uma média anual de quase 35 mil, das quais 97% são empresas. Em 2016, foram criadas 37 248 empresas e outras organizações em Portugal, menos 1,9% face a 2015, mas mantendo-se acima dos 37 mil.

Fonte: análise Informa D&B. Período de análise: 2007-2016

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