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Actualidade

CEFAMOL apresenta ‘Guia para a Internacionalização em Cooperação’

O investimento directo no estrangeiro pode ser uma das respostas a algumas das condicionantes que se colocam hoje à indústria de moldes no acompanhamento dos seus clientes a nível global.

Tal investimento poderá permitir ultrapassar a situação de elevada dependência (das empresas portuguesas) de mercados tradicionais que pode ser entendida como uma vulnerabilidade. Possibilita também “contornar o que a estatística evidencia: “a concentração da actividade comercial internacional nas grandes áreas geográficas”, assumindo ainda “um papel de relevo no processo de diversificação de sectores-clientes, nos casos em que a localização de actividades, junto de clusters ou polos pré-existentes e consolidados, pode constituir o factor necessário para criar laços, parcerias e desenvolver negócios”.

Estas são algumas das conclusões do ‘Guia para a Internacionalização em Cooperação’. Trata-se de um estudo, encomendado pela Associação Nacional da Indústria de Moldes (CEFAMOL) e plasmado num documento com 74 páginas, sobre a internacionalização em cooperação das empresas do sector de moldes, apontando como vantagens a possibilidade de uma participação efectiva nos processos e nos planos desenvolvidos e o acesso a países e a mercados integrados no âmbito macrorregional.

Uma oportunidade para as empresas ganharem dimensão

“Esta iniciativa pretende sensibilizar e capacitar as empresas para diferentes modelos de cooperação e interação no mercado, que dinamizem a sua internacionalização”, explica Manuel Oliveira, secretário-geral da CEFAMOL, considerando que esta pode ser “uma excelente oportunidade para as empresas ganharem dimensão e gerarem massa critica que permita minimizar riscos e aplicação de recursos, conseguindo assim tornarem-se mais fortes e competitivas e seguir alguns dos seus principais clientes a nível global”.

A ideia-chave do documento é a cooperação: internacionalizar, mas não sozinho. O estudo defende, como recomendação, a criação de alianças estratégicas entre as empresas como “um instrumento metodológico adequado”.

Cooperar para competir

Estas alianças, refere ainda o documento, deverão ser “acordos de cooperação” entre duas ou mais empresas para melhorar a sua posição competitiva e o seu desempenho através da “partilha de recursos”. As empresas parceiras devem também contribuir de forma permanente numa ou mais áreas estratégicas-chave para o acesso aos novos mercados, complementando capacidades críticas e compartilhando riscos ou custos de projectos em desenvolvimento. Dão corpo, desta forma, a “uma visão de longo prazo, materializada no investimento em capacidades produtivas ou prestação de serviços destinados à entrada num mercado estrangeiro”.

A CEFAMOL e o Centro Tecnológico da Indústria de Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos (CENTIMFE) “podem criar instrumentos e desenvolver acções facilitadoras” à internacionalização em cooperação, como a criação de “uma base regional de formação e de inteligência competitiva”, o aprofundamento da participação em projectos de integração regional, defende o estudo, que realça também a necessidade de se manterem os modelos tradicionais de abordagem aos mercados internacionais (como as missões empresariais ou a participação colectiva ou individual em feiras). Aconselha ainda a que seja mantida a gestão da comunicação da marca colectiva ‘Engineering & Tooling from Portugal’ – em sintonia com a empresa gestora ‘Pool-net’ – devendo apostar-se ainda na “constituição de um embrião de um serviço com competências especializadas como elemento facilitador da identificação, constituição e de apoio à gestão de alianças estratégicas”.

O estudo refere-se ainda a esta estratégia como a resposta a algumas motivações associadas ao investimento, nomeadamente o crescimento em resultado do acesso a novos mercados e clientes, o acesso à participação em redes de fornecimento que exigem uma abordagem local e o desenvolvimento de uma posição de mercado, questões essas, que em conjunto, incluem a possibilidade de seguir clientes pré-existentes e acessos a novos mercados, como, por exemplo, o México, Marrocos, ou os EUA.

No estudo é também proposto um modelo a seguir no que diz respeito ao planeamento da aliança entre as empresas, sublinhando a importância de serem tidas em linha de conta questões como a selecção dos parceiros, a negociação e estrutura, a operacionalização e gestão e o controlo e performance da aliança, na lógica de cada um dos parceiros.

A estratégia definida e aconselhada surge como o resultado de uma rigorosa análise (que faz parte deste guia) à evolução económica dos mercados, no setor de moldes e plásticos, nos últimos anos, mas também à evolução do próprio setor nas últimas décadas.

Fonte: CEFAMOL

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