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Actualidade

NERLEI: competitividade das empresas tem de ter avaliação mais abrangente

A NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria considera que as últimas medidas do governo, «mais uma vez se preocupam apenas com o aumento da carga fiscal e não com a diminuição da despesa pública, não incluindo outras medidas que aumentem a competitividade das empresas, que não apenas os custos do trabalho».

É esta a posição da associação empresarial face à comunicação do primeiro-ministro ao País, que considera não ter sido «clara nem nas razões, nem no alcance e, muito menos, nos resultados esperados» com as medidas anunciadas.

Considerando «positiva» a medida anunciada de redução das contribuições para a segurança social das entidades empregadoras, «que no imediato pode trazer benefícios para a situação das pequenas e médias empresas e efectivamente salvar algumas e respectivos postos de trabalho», a NERLEI pensa, no entanto, que «a melhoria da competitividade empresarial passa essencialmente por medidas que intervenham na estrutura de preços dos fatores de produção, como é o caso dos custos com a energia elétrica, gás natural e combustíveis que tanto penalizam as empresas, e que estão bastante acima da média europeia, com grande benefício para as grandes empresas operadoras».

Segundo a NERLEI, «mais do que os custos de trabalho, é necessária, para o relançamento da atividade económica e do emprego, uma política que garanta às empresas o acesso a crédito, mais fácil e com custo adequado para as PME», com a Caixa Geral de Depósitos a «servir como banco de referência para a promoção e apoio ao desenvolvimento económico gerador de postos de trabalho».

Apesar de considerar benéfica a medida de redução das contribuições para a segurança social das entidades empregadoras, a NERLEI chama a atenção para o facto de, em relação aos sectores protegidos, ser «uma oportunidade para reajustar os preços, em função dos ganhos esperados, e ajustá-los à média europeia».

A NERLEI adverte ainda para o facto de a diminuição da contribuição para a segurança social dos empregadores, ser acompanhada do aumento da mesma para os trabalhadores, o que «acarretará diminuição do rendimento disponível destes, consequente diminuição de consumo e contração da procura, o que penalizará ainda mais as empresas».

«Temos consciência de que, dada a gravidade da situação económica, financeira e social do país estas, ou outras medidas, exigem um grande sentido de responsabilidade, e esperamos que o OE 2013 resulte de um consenso alargado entre as diferentes forças políticas para a redução da despesa pública e diminuição do peso do Estado na Economia, condição imprescindível para o sucesso de qualquer política de crescimento económico», conclui a associação.

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