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Actualidade

Primeira associação vocacionada para internacionalização das empresas nasce em Leiria

Foi apresentada hoje, em Leiria, a primeira associação portuguesa exclusivamente vocacionada para apoiar as empresas no seu processo de internacionalização. A Associação de Ação para a Internacionalização (AAPI) aglutina um diversificado leque de personalidades oriundas do mundo empresarial e académico, contando ainda com o apoio de Basílio Horta, deputado da Assembleia da República pelo distrito de Leiria e ex-presidente da aicep, que assume na AAPI a presidência do Conselho Consultivo.

«A AAPI vai procurar congregar esforços das empresas que já exportam com os das que sonham fazê-lo, tornando assim o seu caminho mais fácil». Foi assim que Nuno Morgado descreveu o principal objectivo da recém-criada associação a que preside.

A associação, sedeada na Incubadora D. Dinis, em Parceiros, Leiria, pretende promover a troca de experiências e conhecimentos entre os seus associados, a nível local e nacional, e com o envolvimento de outras associações empresariais. Outro dos objectivos passa por agilizar a entrada das empresas em alguns mercados, como o Brasil e Moçambique – onde a AAPI já fez um trabalho de identificação das potencialidades – em paralelo com uma maior aproximação ao mercado alemão.

Segundo Nuno Morgado, a AAPI trabalhará essencialmente em três eixos: disponibilizando legislação relativa aos mercados potenciais; apoio na área financeira e relacionamento com outras associações empresariais.

«Não existia uma associação que tratasse apenas da internacionalização das empresas. É percussora em Leiria, um distrito altamente exportador. A AAPI é um ponto de encontro. É essa a sua grande mais-valia», afirmou Basílio Horta, também presente na apresentação da associação, onde aproveitou para relembrar que as empresas exportadoras «são a base da economia em Portugal» e «quem está a aguentar o País».

Sérgio Miranda, secretário do Conselho Fiscal da AAPI, aproveitou a ocasião para relembrar que o «sector exportador é muito acarinhado pela banca», mas essa informação «não chega aos empresários», uma ligação que competirá também à associação fazer, no sentido de «quebrar este tabu».

Durante a sua intervenção, Basílio Horta lembrou que o ajuste da balança comercial portuguesa tem de ser feito através da «substituição de importações e aumento das exportações, sob pena de se perder o diferencial que conquistado assim que a procura interna aumentar». O responsável lembrou ainda que as exportações portuguesas representam apenas 30% do PIB, o que coloca a economia nacional entre as três ou quatro mais fracas da OCDE a este nível.

«Uma região cheia de potencialidades»

Basílio Horta referiu-se a Leiria como sendo «uma região cheia de potencialidades, que precisa de organização e de um governo que olhe para ela e não apenas para Lisboa e Porto», lembrou os «excelentes empresários e empresas» que a região tem, para além de centros tecnológicos «do melhor que há» e manifestou o desejo de que o distrito se afirmasse como «um distrito bandeira na economia e na internacionalização».

Basílio Horta sugeriu que a AAPI aposte na identificação das empresas com capacidade exportadora que ainda não exportam e trabalhe com elas, dando-lhes formação e promovendo a sua ligação às entidades. O responsável lembrou ainda a importância de identificar e seleccionar mercados recorrendo à diplomacia económica – aicep e Ministério dos Negócios Estrangeiros – e do seguro de crédito, sem o qual «é difícil fazer qualquer operação».

«Temos de ter meios de crescimento e não é no mercado interno com o PIB a cair da forma que está», afirmou Basílio Horta, lembrando a importância de «colocar a agenda do crescimento e emprego ao lado da austeridade e consolidação».

Mais informação sobre a actividade da AAPI e Órgãos Sociais em

http://www.aapi.pt/index.php?header=6

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