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Actualidade

Leiria/Fátima, Oeste, Médio Tejo e Lezíria do Tejo querem unir-se para promover o turismo

A contraproposta apresentada ao Governo para a reorganização turística no distrito de Leiria, que já reunia um alargado consenso de autarcas, deputados e outras entidades regionais, saiu reforçada da reunião do Conselho Empresarial da Região de Leiria (CERL) que decorreu ontem, dia 13, no Edifício NERLEI e na qual participaram autarcas do distrito, deputados, associações, empresários do sector, os presidentes do turismo Leiria/Fátima e Oeste e ainda o chefe de gabinete da Secretária de Estado do Turismo, José Pedro Amaral, revela a associação empresarial em comunicado.

Recorde-se que o Governo adiantou que a reorganização de turismo iria ser feita com base nas NUT II (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) o que levaria a uma divisão dos concelhos que integram atualmente o Turismo de Leiria/Fátima. Ourém (Fátima), por pertencer ao distrito de Santarém, passaria a pertencer ao Turismo de Lisboa e Vale do Tejo; os restantes concelhos (Batalha, Marinha Grande, Leiria, Pombal, Porto de Mós), do distrito de Leiria, seriam integrados na região Centro.

A mobilização dos principais agentes regionais conseguiu um consenso alargado e apresentou uma contraproposta ao Governo que passa por manter os atuais concelhos que compõem Leiria/Fátima unidos, dado que existem décadas de trabalho em comum que não deve ser ignorado, uma identidade cultural e articulações diversas ao nível de outras entidades. Envolve ainda a opção pela ligação a Lisboa e não a Coimbra e pela exclusão das áreas metropolitanas da união de territórios.

«Assim, foi proposto ao Governo criar uma nova região turística que agregue Leiria/Fátima e as NUT III do Oeste, Médio Tejo (Templários) e Lezíria do Tejo. Esta contraproposta foi reafirmada e explicada na reunião do CERL ao chefe de gabinete da Secretária de Estado do Turismo», explica a associação.

Os intervenientes na reunião, nomeadamente Paulo Fonseca, presidente do Turismo Leiria/Fátima, e António Carneiro, presidente do Turismo do Oeste reafirmaram ao representante da Secretária de Estado do Turismo a necessidade de as novas entidades a criar terem competências próprias para a promoção interna e externa e de serem criados mecanismos que motivem a participação mais ativa dos privados.

Após ouvir as razões e motivos que levou à apresentação da contraproposta ao Governo, José Pedro Amaral, referiu que a reorganização com base nas NUT II “não é um dogma” mas que efetivamente “tudo aponta nesse sentido”. O representante da Secretária de Estado do Turismo avançou ainda que “o Governo entende que estas entidades são de base local” e que como tal “as câmaras municipais são importantes, mas que é também necessário envolver os privados”. Foi deixada ainda a garantia de que “terão competências de promoção interna, externa e ainda de estruturação da oferta” e que haverá “proteção total e absoluta de todas as marcas turísticas já existentes”.

Fonte: NERLEI

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