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Actualidade

Banca portuguesa sem esqueletos no armário, crê Carlos Costa

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, disse hoje que as equipas que estão a avaliar os bancos portugueses não deverão encontrar esqueletos no armário, mas advertiu que a evolução da conomia portuguesa é dinâmica.

Em entrevista ao programa Hora H, do Jornal de Negócios, quando questionado sobre se há esqueletos no armário dos bancos portugueses, Carlos Costa respondeu: «Eu julgo que não há, vamos ver».

Segundo o responsável, as inspeções que estão a ser levadas a cabo nos bancos portugueses, com membro dos Bancos centrais de Espanha, Bélgica e França, peritos da troika e peritos independentes escolhidos pelo BdP, servem para «fazer uma fotografia e ver se corresponde à realidade».

No entanto, o supervisor bancário advertiu que “essa fotografia é dinâmica”, podendo variar em função da “evolução da economia portuguesa”, pelo que as eventuais dificuldades que os bancos poderão enfrentar no futuro, fruto da deterioração da economia, “não significam má gestão”.

Para enfrentar esse eventual impacto, referiu, é que são pedidos rácios ‘core tier 1’ anos bancos de 9 por cento até final deste ano e 10 por cento em 2012.

Questionado sobre se forem encontrados problemas nos bancos isso representa uma falha do BdP, Carlos Costa afirmou que não, mas disse que é normal o supervisor estar “sujeito ao escrutínio”.

LE com Lusa

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