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Actualidade

Registados mais de 2 mil processos insolvência por trimestre

Mais de dois mil processos de insolvência foram registados em Portugal em cada trimestre deste ano, um “novo recorde histórico”, indica um estudo hoje divulgado.

De acordo com os números da seguradora de crédito Crédito y Caución, os números de 2011 mostram, “pela primeira vez, níveis de insolvência superiores a dois mil processos trimestrais”, ao passo que no segundo trimestre de 2011 “foram registados 2.677 novos processos de falência no país, um aumento de 18 por cento em comparação com os valores do primeiro trimestre e de 71 por cento em relação ao período homólogo de 2010”.

Este agravamento, diz a Crédito y Caución, “afetou maioritariamente as pessoas físicas”, já que enquanto as empresas registam um aumento de apenas dois por cento nos seus níveis de insolvência – “o que, considerando o contexto económico atual, pode ser considerado estável” -, entre os particulares este aumento chegou aos 34 por cento.

Um em cada três processos de insolvência envolve “empresas diretamente associadas ao setor dos serviços”, ao passo que o segundo setor com maior registo de processos de insolvência é o da construção, seguido pelo sector têxtil, que contraria a tendência registando “uma queda notória” nos processos de falência: menos 23 por cento de insolvências registadas entre janeiro e junho de 2011 para um setor que merece “especial atenção”, diz a Crédito y Caución.

“Apesar do retrocesso no número de insolvências nesse sector, a atual conjuntura macroeconómica do país agravada pela descida do consumo privado, pelo aumento do preço das matérias-primas e pela crescente concorrência no sector, fazem antever uma viragem nos próximos seis meses”, diz Paulo Morais, diretor para Portugal e Brasil da seguradora de crédito espanhola.

“O mercado deverá assistir a um crescimento do número de insolvências no sector têxtil e ao agravamento dos prazos de pagamento para além dos 120 dias. O subsetor mais afetado deverá ser o do retalho, prejudicado pela pressão sobre os preços e pelo aumento da concorrência, que deverá favorecer o monopólio das grandes cadeias de distribuição”, diz ainda Morais.

LE com Lusa

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