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Actualidade

OCDE lança nova ferramenta para medir «qualidade de vida»

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) anunciou hoje o lançamento de um novo instrumento para medir a qualidade de vida num país em comparação com outros. O secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, declarou hoje, durante a reunião anual da organização em Paris, que o «índice da vida melhor» é uma tentativa de medir a progressão social sem ter de depender apenas em critérios económicos como o Produto Interno Bruto (PIB).

Muitos analistas consideram que o PIB apenas mede mudanças quantitativas da produção económica, ao mesmo tempo que ignora as melhorias de vida qualitativas.

A OCDE considera que a nova ferramenta permitirá às pessoas escolherem “prioridades de vida” e ver a forma como essas prioridades se concretizam num país em comparação com outros.

Ao contrário dos actuais indicadores – como o índice de desenvolvimento humano da ONU – os utilizadores do novo índice podem atribuir importâncias a 11 indicadores e ver como essas alterações resultam em posições diferentes do seu país na tabela.

O novo índice “tem o potencial de deixar claro o que as pessoas querem e precisam e o que os governos lhes estão a dar”, declarou Angel Gurría.

Olhando apenas para o PIB per capita, o Luxemburgo lidera com larga vantagem sobre todos os outros países da OCDE, mas quando se dá o mesmo peso a outros indicadores é com dificuldade que chega ao top 10.

Alguns indicadores do progresso de uma sociedade são bem conhecidos – como o êxito do sistema educativo da Coreia do Sul – mas outros são mais obscuros, como o facto de o Canadá ter a melhor qualidade habitacional das economias mais desenvolvidas, com 2,5 quartos por cada pessoa.

O México, que tem uma posição baixa porque é pobre e tem muitas desigualdades, é apesar de tudo um país em que a população é feliz. No índice satisfação de vida, estão acima dos polacos, dos italianos e dos portugueses.

Quase sempre no topo em todos os indicadores estão os países nórdicos e pequenas nações anglo-saxónicas. A Austrália, a Dinamarca e a Suécia registam posições muito altas, enquanto o Canadá está bem cotado em muitos dos indicadores.

As maiores economias, como os EUA, registam falhas em uma ou mais áreas. No caso dos EUA é a segurança (ou falta dela) e no equilíbrio entre lazer/trabalho, enquanto o índice “realização na vida” no Japão está na parte baixa da tabela da OCDE.

LE com Lusa

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