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Actualidade

BT é mais adequado que certificados de aforro para subsídios

O economista João Duque defendeu hoje que os subsídios de férias e de Natal devem ser pagos em bilhetes ou obrigações do tesouro (BT ou OT) e não em certificados de aforro porque têm mercado e podem ser vendidos apesar de «eventualmente» a um preço inferior.

«Esperava que fosse feito um processo muito simples e transparente, ou seja, a entrega de bilhetes do tesouro ou obrigações do tesouro que estão cotadas e têm mercado secundário, pois a partir daí qualquer um podia vendê-los e quem quisesse ficar com eles em carteira até ao vencimento, ficava», disse à agência Lusa João Duque, à margem da apresentação de um estudo sobre ‘rating’.

Segundo João Duque esta «é a solução adequada» e «é uma questão de procura e oferta», ao contrário do que sucede com os certificados de aforro ou do tesouro, que «não têm mercado secundário», «não podem ser vendidos» e têm maturidades que impedem o resgate antes de o prazo terminar.

LE com Lusa

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