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Actualidade

António José Seguro: culpa da crise é sobretudo dos privados

O deputado do PS António José Seguro apontou hoje o contributo dos privados para a dívida externa de Portugal e contestou “esta coisa de diabolizar o Estado como sendo o responsável por todos os nossos males”.

Durante um debate sobre informação e política, no Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), onde é professor, António José Seguro frisou que falava “do ponto de vista académico, estritamente”, e defendeu que Portugal tem de responder aos “problemas graves” que enfrenta agora pensando num “horizonte de dez anos”.

A maior parte deste debate centrou-se no estado atual do jornalismo português, sobretudo o jornalismo político, mas o pedido de ajuda externa por parte de Portugal e a resposta às dificuldades financeiras também foram discutidas.

“Deve ser uma exigência da nossa parte reconhecer que estas responsabilidades do estado a que o país chegou são responsabilidades partilhadas, que não são de ontem, são de décadas, que têm a ver com uma trajetória e com um estilo de vida. Na dívida externa o maior contributo é da dívida dos privados, não é da dívida do Estado. Portanto, esta coisa de diabolizar o Estado como sendo o responsável por todos os nossos males não merece a minha concordância”, considerou António José Seguro.

Antes, o ex-líder parlamentar do PS afirmou que a resposta dos portugueses “como povo” à atual situação tem de ser feita a longo prazo: “Nós temos de saber como país o que é que queremos ser, o que é que podemos ser e definir uma linha trajetória”.

“É por isso que eu tenho insistido muitas vezes, volto a dizê-lo, já o disse há um ano e meio – e essa é a diferença entre quem anda a surfar nas ondas e quem, do ponto de vista, tem pensamento sobre as questões – que é necessário que os planos de austeridade e, neste caso, desta ajuda, constitua uma primeira fase de um projeto de esperança para Portugal, mas não é para a semana seguinte”, acrescentou.

LE com Lusa

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