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Actualidade

Portugal deve apostar na energia eólica marinha, diz Oceana

Portugal e os países mediterrânicos devem aprender com a experiência obtida na Europa na área da energia eólica marinha e aproveitar os seus recursos para desenvolver plataformas flutuantes, afirmou hoje a organização Oceana.

Uma informação desta organização internacional vocacionada para a conservação da natureza salienta que no sul da Europa ainda não existe qualquer parque eólico no mar devido, em parte, “ao menor recurso eólico disponível”, mas também devido às “grandes profundidades perto da costa e à pouca iniciativa e impulso dos diferentes governos”.

“É necessário que Portugal e os países mediterrânicos aprendam com a experiência conseguida no resto do continente e que enfrentem novos desafios tecnológicos com o desenvolvimento de plataformas flutuantes”, refere.

“Só conseguiremos um verdadeiro avanço se continuarmos a potenciar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação e se os diferentes governos se decidirem a dar um verdadeiro impulso a este sector”, defende o director executivo da Oceana na Europa, Xavier Pastor, citado no comunicado.

A organização não deixa de elogiar “os avanços” verificados “tanto nas Canárias, com o lançamento do Atlas Eólico Marinho, como em Portugal, com a proposta de desenvolver um primeiro protótipo de aerogerador flutuante”.

Dados referidos pela Oceana apontam que, no ano passado, na Europa, a potência instalada em aerogeradores marinhos ascendia a 2.946 MW (megawatts), distribuída por nove países do norte, com “uma clara liderança do Reino Unido”.

A Oceana recorda a necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono proveniente principalmente da queima de combustíveis fósseis, como é o caso do petróleo.

LE com Lusa

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