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Actualidade

PLMJ: Porto de Sines suscita grande interesse na China

As obras projetadas para o porto de Sines estão a suscitar “grande interesse” na China, país cujas empresas estatais têm “linhas de crédito imbatíveis”, disse hoje Luís Sáragga Leal, sócio-fundador da sociedade de advogados PLMJ.

“Falou-se muito de Sines”, realçou Sáragga Leal à agência Lusa em Pequim, num primeiro balanço de dez dias de contactos com dezenas de empresas chinesas em Pequim.

“Há um forte interesse pelo novo terminal e pelo parque logístico já projetados pela Administração do porto de Sines”, acrescentou.

Luís Sáragga escusou identificar as empresas ou grupos “interessados”, indicando apenas que há pelo menos dois, ambos estatais.

“As empresas chinesas têm linhas de crédito imbatíveis”, salientou.

O responsável da PLMJ iniciou no dia 28 de fevereiro uma campanha de promoção de oportunidades de investimento em Portugal e nos países da CPLP, associada à Dacheng, uma das maiores sociedades de advogados da China, com cerca de 1.900 profissionais.

“O nosso espaço é basicamente a lusofonia e entre todos os grandes países que se relacionam com a lusofonia, o que nos aparece com maior pujança é a China”, disse Sáragga Leal.

O sócio-fundador da PLMJ reuniu com responsáveis de “mais de dez empresas que já investiram ou têm projetos de investimento em Portugal, Angola e Moçambique” em áreas como o petróleo, infraestruturas, minas e telecomunicações.

“As empresas chinesas começam a compreender que têm toda a vantagem em irem para os países da CPLP em parceria com empresas portuguesas (…) Isso faz de tal forma sentido que é uma inevitabilidade”, disse Sáragga Leal.

Segundo adiantou, já há “interesse de empresas chinesas em trabalhar com empresas portuguesas em Angola e Moçambique, sobretudo na construção civil”

“O aparecimento na CPLP de investimentos luso-chineses, ou sino-portugueses, está no horizonte e terá até mais impacto na economia portuguesa do que investir em Portugal”, afirmou.

O responsável da PLMJ seguiu hoje para Hong Kong e no fim-de-semana vai a Macau, onde permanecerá até ao próximo dia 17.

A parceria PLMJ-Dacheng foi constituída no verão passado e desde então aquela empresa portuguesa tem uma representante permanente em Pequim, a advogada Susana Santos Vítor.

Nas declarações à agência Lusa, Saragga Leal disse ainda ter ficado “absolutamente rendido a Pequim”, cidade que passou a considerar como “uma das grandes metrópoles mundiais” e “com uma arquitetura de vanguarda”.

“Esta é a China com que vamos viver nos próximos anos. Mais do que a cultura milenar, é esta China que nos vai marcar”, afirmou.

LE com Lusa

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