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Actualidade

DECO desaconselha reforçar nos PPR este ano

A Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (Deco) aconselha quem subscreveu um plano de poupança-reforma (PPR) a não fazer novas entregas em 2011 “pois dificilmente conseguirá usufruir do benefício fiscal”.

No seu boletim Proteste Poupança, a Deco aponta os fundos mistos e os certificados do Tesouro como “o melhor destino para as economias”.

Segundo a associação, “com comissões elevadas e grandes restrições à mobilização antes da reforma, a principal vantagem dos PPR até este ano era a dedução fiscal de 300 a 400 euros no IRS, em função da idade dos subscritores. Mas com os cortes orçamentais impostos pelo Governo, também esta vantagem desapareceu para a esmagadora maioria dos investidores”.

Na prática, alerta a Deco, “só quem tem um rendimento mensal próximo do salário mínimo nacional e não contratou seguros de vida, não fez donativos, nem investiu em energias renováveis conseguirá beneficiar da dedução intacta”.
A quem não reúne estas condições, a associação aconselha que “deixe de fazer entregas para o PPR, mas mantenha a aplicação”.

Isto porque o resgate antecipado é “penalizado” com uma comissão de 10 por cento por cada ano decorrido e com perda do benefício fiscal “à saída”, ou seja, “em vez de uma taxa de imposto de 8,6 por cento, paga 21,5 por cento”.
A alternativa apontada para quem está “insatisfeito” é “mudar para um [PPR] mais rentável e com menos comissões”.
Segundo a Deco, e apesar deste “revés” nos PPR, “deve continuar-se a poupar para a reforma”.

Este ano, a associação defende que se opte por aplicações “com maior liquidez e menos custos”: “Caso tenha menos de 50 anos e possa investir por um mínimo de cinco anos, escolha uma carteira de fundos de ações e obrigações ou um fundo misto. Em 2010, os mistos defensivos renderam em média 3,3 por cento líquidos, os neutros sete por cento e os agressivos 8,3 por cento”, destaca.

Á para quem tem 50 anos ou mais ou “não quer arriscar”, a Deco aponta os certificados do Tesouro como “a melhor opção”, porque “garantem o capital e não têm custos”.

De acordo com a Deco, quem subscrever certificados do Tesouro em março ganha entre 5,3 e 5,6 por cento líquidos ao ano (caso se trate de um investimento por cinco ou 10 anos, respetivamente).

LE com Lusa

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