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Actualidade

Moodys: Banca portuguesa não pode esperar apoio do BCE

Os bancos portugueses não podem esperar que o Banco Central Europeu continue com o apoio às instituições financeiras durante um período prolongado, devendo estas optar por aumentar o capital ou acelerar a sua desalavancagem, diz a agência Moodys.

«(…) Não se pode esperar que o Banco Central Europeu continue a dar apoio por um período prolongado», afirma a agência no «Weekly Credit Outlook» hoje divulgado na sua página oficial.

A Moodys acrescenta ainda que «BCE ou o Banco de Portugal podem levar os bancos a iniciar a sua desalavancagem, que pode ter consequências nas suas receitas e obrigar a reestruturações significativas, ou a recapitalizarem-se para níveis que dessem confiança aos mercados».

A agência considera, no entanto, que qualquer que seja o resultado, este pode causar mais incerteza para os credores, especialmente ligada às actuais discussões sobre a partilha de responsabilidades.

O relatório nota ainda que, em termos relativos, Portugal surge como o terceiro país mais dependente do financiamento do BCE (tanto em comparação com o total de activos bancários, como do Produto Interno Bruto), atrás da Grécia e da Irlanda.

“Como muitos dos seus pares europeus, especialmente os dos países periféricos, os bancos portugueses aumentaram significativamente o recurso ao financiamento do BCE no ano passado”, diz a agência, justificando o aumento com o facto de os “mercados de capitais para todos os bancos portugueses estarem inacessíveis desde Abril de 2010”.

O relatório faz notar que o volume de financiamento do BCE aos bancos portugueses no final de Dezembro de 2009 era de 11,8 mil milhões de euros, aumentando para 35,6 mil milhões de euros em Maio de 2010, até atingir um máximo de 49 mil milhões de euros em Agosto de 2010, tendo vindo a diminuir desde então.

A diminuição da dependência face ao Banco Central Europeu terá acontecido, diz a Moodys, devido a um aumento da utilização das repos (acordo de recompra, em que um banco vende um activo a curto prazo com a promessa de o recomprar mais tarde numa data fixada, pagando um juro para além do valor do activo) e de um ligeiro aumento nos depósitos.

LE com Lusa

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