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Actualidade

Bens de consumo «Made in Portugal» vendem na China

O “Scirocco” verde-alface exposto frente à Volkswagen de Sanlitun, na zona oriental de Pequim, é mais do que um novo modelo da marca alemã: aquele veículo representa o setor de maior crescimento nas exportações portuguesas para a China.

“Lá dentro temos um outro modelo made in Portugal”, diz um vendedor do stand apontando para um “Eos” descapotável branco, fabricado também na Auto-Europa, em Palmela.

O aumento de cerca de 60 por cento registado este ano nas exportações portuguesas para a China deve-se em grande parte ao setor automóvel.

De acordo com as alfândegas chinesas, nos primeiros oito meses de 2010, as vendas de veículos e peças de automóveis portugueses para a China quintuplicaram em relação a igual período do ano anterior, representando 24 por cento das exportações.

Aquele setor faturou cerca de 11,6 milhões de dólares (cerca de nove milhões de euros), mais do que as “máquinas e ferramentas” e os “metais e artigos de metal”, que no conjunto constituíram um terço do total.

A segunda maior economia do mundo, com um crescimento anual médio de quase 10 por cento ao longo das últimas três décadas, a China está agora empenhada em fomentar o consumo interno.

Entre janeiro e novembro de 2010, as exportações portuguesas para a China subiram 60,7 por cento, para 618 milhões de dólares (cerca de 472 milhões de euros), e se a tendência se mantiver, ultrapassarão os mil milhões de dólares em 2011.

Pedras ornamentais e cortiça continuam a vender-se bem na China, mas há novos produtos a tentar implantar-se no grande mercado chinês, nomeadamente vinho, azeite, móveis e artigos de casa.

O «stand» da Volkswagen em Sanlitun confina com um dos bairros diplomáticos de Pequim e fica também perto do concorrido “Village”, uma nova urbanização desenhada por um consórcio de Hong Kong, com dezenas de lojas, boutiques, restaurantes, cafés e oito salas de cinema.

Nos supermercados da zona, entre as mercadorias importadas que enchem as prateleiras, veem-se bolachas, vinhos, azeites, conservas e outros produtos portugueses.

A lista inclui ainda móveis, sapatos, confeções, atoalhados e outros artigos de casa.

“Há 15 anos encontravam-se umas conservas, uma ou outra marca de Vinho do Porto e mais nada”, diz um dos portugueses residentes há mais tempo em

Pequim. “Made in Portugal” é também o novo treinador da equipa de futebol local, Jaime Pacheco.

Criado em 1992, quando a China autorizou a profissionalização da modalidade, o Beijing Guo´ An é uma das mais prestigiadas equipas do país e pretende recuperar o título de campeão, perdido em 2010.

Vários jornais locais dedicaram uma página à apresentação do técnico português à imprensa, realizada esta semana.

Em termos de popularidade, “Pa Qie Ke” (Pacheco em chinês) ainda está muito aquém de “C Luo” (Cristiano Ronaldo), mas se o Beijing Guo’An voltar a ser campeão, isso poderá ser também uma vitória da marca Portugal.

LE com Lusa

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