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Empresas

Os Mosqueteiros lamenta fecho de Intermarché no Bombarral

O grupo Os Mosqueteiros lamentou hoje o encerramento do intermarché do Bombarral, uma unidade que fechou portas sexta feira deixando no desemprego 23 trabalhadores.

Num comunicado enviado à imprensa o grupo informa só ter tido conhecimento pela imprensa do encerramento do Intermarché do Bombarral, unidade explorada pela sociedade “Sodibombarral – Supermercados, Lda” e “detida na sua quase totalidade por um aderente, que dela é também o respectivo e único gerente”.

Depois de na sexta feira ter informado os trabalhadores do encerramento do estabelecimento, o gerente, José Dias, informou hoje a União dos Sindicatos de Leiria de que não teria condições de continuar com a unidade por alegadamente “ter sido abandonado pelo grupo”.

No comunicado, os Mosqueteiros refutam as acusações sublinhando que o Grupo “desenvolveu todos os procedimentos ao seu alcance para que fosse possível a recuperação financeira da sociedade e a consequente manutenção dos respectivos postos de trabalho”.

Mas, acrescenta o documento, apesar das várias actividades desenvolvidas pelo Grupo, o estabelecimento “tem vindo a apresentar crescentes problemas que colocam em causa a manutenção da actividade comercial” da unidade cuja dívida se tem vindo a avolumar.

A cadeia que se assume como o “principal credor” da unidade do Bombarral esclarece ainda que o grupo é composto por um conjunto de empresários independentes, designados por aderentes, “que são únicos responsáveis pela gestão e administração de cada unidade comercial”.

O encerramento do Intermarché do Bombarral foi sexta feira comunicado aos trabalhadores que esta manhã se concentraram junto ao estabelecimento, depois de aconselhados pela União dos Sindicatos do Distrito de Leiria a não abandonarem o posto de trabalho para que a empresa não possa encetar um processo de despedimento por justa causa.

Os trabalhadores que dizem não ter recebido ordenado nos últimos dois meses, asseguraram à Lusa que continuarão a comparecer no estabelecimento até que o despedimento colectivo seja oficializado por carta.

O gerente, José Dias, recusou fazer quaisquer esclarecimentos.

LE com Lusa

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