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Actualidade

EDP prevê perda competitividade mercado liberalizado em 2011

A EDP prevê uma perda de competitividade do mercado liberalizado da eletricidade no segmento dos domésticos, uma vez que a margem de manobra para concorrer com a tarifa regulada é ainda menor do que em 2008, quando o mercado liberalizado foi praticamente extinto.

A informação foi avançada pelo administrador executivo da EDP Comercial, Jorge Cruz Morais, no decorrer do Media Day da elétrica portuguesa. De acordo com o responsável, esta margem de manobra (ou ‘head room’) é a diferença entre o preço da energia mais as tarifas de acesso e o preço da tarifa regulada, que em 2011 apenas existirá para os domésticos e pequenas empresas e cujo incumbente é a própria EDP.

Da análise aos dados fornecidos pela eléctrica – que conta chegar ao final do ano com 310 mil clientes no mercado livre – a margem de manobra prevista para 2011 é a mais estreita dos últimos cinco anos (desde 2006).

Por isso mesmo, Jorge Cruz Morais afirmou que em 2011 é “impossível à EDP5D fazer oferta superior” à que já tem atualmente, que consiste num desconto de 2 por cento na potência e de 2 por cento na energia.

Quanto às perspetivas de consumo de eletricidade são distintas em Portugal e Espanha. Se em Portugal as estimativas apontam para a retoma do consumo já no final deste ano, com um total de 47,4 terawatts/hora (mais 3 por cento do que no ano anterior e contrariando quedas em 2008 e 2009) em Espanha ainda se mantém um cenário de decréscimo do consumo de 1 por cento face a 2009 (para 238,2 Terawatts/hora).

Ou seja, nota a EDP, em Espanha o consumo de eletricidade cai este ano para níveis de 2005.
Em quota de mercado, a EDP tem 99,6 por cento dos 6,17 milhões de clientes em Portugal (na tarifa e no mercado livre), percentagem que cai para 91 por cento quando se considera apenas os 319 mil clientes do mercado liberalizado.

Entre os 319 mil clientes da EDP Comercial (mercado livre) 94 por cento são clientes domésticos e 4,2 por cento clientes empresariais. Considerando os 32 milhões de clientes do mercado ibérico, a EDP tem 22 por cento de quota de mercado, percentagem que sobe para 28 por cento analisando apenas os 4,1 milhões de clientes ibéricos em mercado liberalizado.

Jorge Cruz Morais adiantou ainda que o número de clientes que estão a deixar de pagar as contas de eletricidade não cresceu consideravelmente este ano quando comparado com 2009.

Assim, a dívida vencida de todo o grupo que originou um provisionamento ascende a 267 milhões de euros, valor que representa o acumulado de vários anos.

LE com Lusa

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