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Actualidade

Consumo: Futuro está nas marcas próprias, diz Daniel Bessa

O economista Daniel Bessa disse hoje que o futuro da grande distribuição passa pela aposta em marcas próprias que consigam satisfazer um consumidor exigente, mas que ao mesmo tempo compra cada vez mais barato.

«A batalha dos custos e dos preços vai ser terrível», avisou o diretor-geral da COTEC numa conferência sobre competitividade, organizada pela Federação das Indústrias Portuguesa Agro-Alimentares (FIPA).

Daniel Bessa sublinhou que «na grande distribuição, vende-se cada vez mais o que é mais barato» e que «o futuro vai ser das marcas próprias».
“Vender é cada vez mais um negócio de escala, mas produzir nem tanto”, afirmou o ex-ministro da Economia, destacando a evolução das marcas próprias.

“Hoje em dia, já não se fala em marca branca, fala-se em marca distribuidora e isso comunica mais do que o preço, comunica confiança”, disse o responsável da COTEC, frisando que o “consumidor quer comprar o mais barato possível, mas não quer uma sucata qualquer”.

Jorge Oliveira, administrador da Ernesto Morgado e senior lecturer da Universidade de Cork, apontou, por outro lado, o grande desequilíbrio existente entre compradores e vendedores, que considerou ser um dos grandes desafios para o setor agro-alimentar, e acrescentou que as marcas de distribuição “têm melhores mercados porque conseguem sempre preços mais baixos”.

Para Jorge Oliveira, “a marca de distribuição tem sempre vantagem porque é o distribuidor que escolhe a prateleira onde vai estar e define o preço”.

No entanto, seria “possível ter uma parceria liderada pelo vendedor que também interessasse ao produtor”, ou seja, “a melhor situação seria todos os elementos de uma fileira pensarem em termos de competição entre fileiras”.

LE com Lusa

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