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Actualidade

AEP quer benefícios fiscais para empresas mais exportadoras

José António Barros, presidente da AEP – Associação Empresarial de Portugal, defende que o Orçamento do Estado (OE) 2011 tem de premiar as empresas mais exportadoras para equilibrar a balança comercial e assegurar o crescimento económico.

“O Governo tem de pensar onde vai cortar um pouco mais para aliviar a carga fiscal de forma a estimular certas áreas da economia e sobretudo as exportações”, disse José António Barros à margem do II Fórum de Internacionalização, em Matosinhos.

O presidente da AEP defende que “o Governo tem de arranjar forma de premiar as empresas mais exportadoras”, porque, acrescentou, “o País tem um problema de desequilíbrio da balança que só se resolve aumentando as exportações”.

Para José António Barros tem de haver “um desagravamento da carga fiscal para as empresas que provem que aumentaram as exportações já em 2011”.

Para haver margem para aliviar a carga fiscal dos maiores exportadores Barros propõe “um esforço do lado da despesa e do investimento público, elogiando a decisão do Governo de cortar em 25% nos programas de investimento e despesas de desenvolvimento (PIDDAC).

“Ouvi as declarações do senhor ministro das Finanças sobre os cortes de 25% nos PIDDAC e acho muitíssimo bem que seja feito. É pelo lado da despesa pública que o orçamento tem que ser corrigido”. Neste contexto, José António Barros propõe o aumento da fiscalização às prestações sociais e a redução da despesa salarial, considerando que a função ganha muito mais que o sector industrial.

“Num ano em que não houve aumentos nominais, a despesa com salários cresceu mais de 3%, o que se calhar implica um corte nos salários nominais”.

LE com Lusa

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