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Abertura de centros comerciais é a mais baixa em 20 anos

Os dados hoje divulgados pela Cushman & Wakefield demonstram que desde 1990 não eram inaugurados tão poucos centros comerciais em Portugal, uma tendência idêntica ao resto da Europa, depois de, em 2009, ter sido batido o recorde de aberturas no mercado português.

«À semelhança do que se verifica na Europa, o nível de actividade no setor de centros comerciais nacional abrandou de forma drástica em Portugal. Depois de em 2009 se ter atingido um novo recorde de aberturas de centros comerciais, o crescimento da oferta no primeiro semestre do ano foi de apenas 0,1 por cento, perto de 20.000 m2».

Nos primeiros seis meses do ano foi inaugurado em Portugal apenas um único centro comercial, o LeiriaShopping, promovido pela Sonae Sierra e, segundo a consultora imobiliária, em 2010, poderá ser atingido um mínimo histórico, registando-se o valor mais baixo de entrada de nova oferta dos últimos 20 anos, a par com o que se assistiu no ano 2000.

“Esta é a resposta do mercado à retracção sentida na procura nos últimos dois anos, que obrigou promotores e investidores a adiar ou mesmo cancelar projectos futuros”, salienta a Cushman & Wakefield.
A retracção da oferta manter-se-á no segundo semestre de 2010, para o qual se espera a entrada no mercado de cerca de 16.000 m2 correspondentes a duas aberturas – o Barreiro Retail Planet (parceria entre a Milligan e a Eiffage), e o Liberdade Street Fashion, promovido pelo Grupo Regojo em Braga.

Até ao final de 2011 estão previstos para Portugal cerca de 161.000 m2 de novos centros comerciais, sendo que a grande maioria, cerca de 141.000 m2, tem inauguração prevista para 2011.

“À semelhança de anos anteriores, alguns destes projectos podem vir a ser adiados, atenuando ainda mais o crescimento futuro do mercado, fruto não só de um efeito natural da lei da oferta e da procura, mas também da escassez de financiamento sentida no sector nos últimos dois anos”, comenta Sandra Campos, directora de retalho da consultora.

A Cushman & Wakefield salienta em comunicado que, “embora não seja credível admitir uma recuperação rápida, o potencial do mercado e a experiência dos seus intervenientes irão seguramente contribuir para a retoma dos sucessos do passado, que será mais visível ao nível do desempenho operacional dos centros existentes do que em termos do ritmo de crescimento do mercado”.

Na Europa o número de aberturas de novos centros comerciais desceu cerca de 50% no primeiro semestre do ano, com a inauguração de 64 espaços, para os valores mais baixos desde 2005, de acordo com a mais recente edição do estudo European Shopping Centre Development, publicado pela consultora imobiliária, depois de no ano passado terem sido inaugurados durante os primeiros seis meses do ano 120 novos centros comerciais.

LE com Lusa

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