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Actualidade

Caldas: Carteiros em greve avançam com participação contra CTT

Os carteiros do centro de Distribuição Postal (CDP) das Caldas e Óbidos, em greve desde quinta-feira, efectuam hoje uma participação à Autoridade Para as Condições do Trabalho (ACT) acusando os CTT de violação da lei da greve.

“Vamos fazer uma participação à ACT porque, durante o fim de semana, estiveram a trabalhar pessoas, com identificação dos correios, a distribuir correio que se encontrava acumulado” disse à Lusa Dina Serrenho do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT).

Os carteiros realizam hoje o segundo dia de greve geral, exigindo a manutenção do actual horário de trabalho entre as 06:30 e as 15:30 e recusando a proposta da empresa de que alguns carteiros passassem a entrar às 08:30 e outros às 10:00.

Os trabalhadores alegam que o novo horário atrasará a distribuição do correio e diminui a qualidade do serviço prestado.

De acordo com o SNTCT “dos 43 carteiros apenas sete estão ao serviço, nas Caldas da Rainha e em Óbidos a adesão é de 100 por cento, abrangendo um total de oito carteiros”.

Números contestados pelos CTT que asseguram que “desde quinta-feira[ jornada de greve parcial], o número de grevistas passou de 23 para 21 e hoje para 20 trabalhadores” de um total de 53 trabalhadores do CDP de das Caldas da rainha/Óbidos.

Os carteiros foram hoje recebidos pelo vice-presidente da autarquia das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, numa tentativa de sensibilização do executivo para intervir junto da empresa com vista à resolução do problema.

“Ouvimos as preocupações, mas qualquer decisão só será tomada após as férias do presidente” afirmou tinta Ferreira no final do encontro.

Até 20 de Agosto os carteiros continuarão a paralisar hora e meia por dia, concentrando-se em diferentes artérias da cidade e distribuindo panfletos à população.

No documento os carteiros acusam a administração dos CTT de querer “prejudicar os comerciantes, industriais e a população em geral” com o atraso da distribuição da correspondência e que os novos horários fariam com que perdessem “cerca de 720 euros por ano”.

Segundo o documento é intenção dos CTT “passar a fazer uma parte da distribuição do correio, através de trabalhadores agenciados” medida que dizem “pôr em causa a qualidade do serviço e o sigilo e confidencialidade das correspondências”.

Fonte dos CTT assegurou à Lusa que “os trabalhadores que pratiquem estes horários não têm tarefas de distribuição de Correio” pelo que “os atuais horários de distribuição manter-se-ão”, negando igualmente qualquer perda no vencimento dos trabalhadores.

Os CTT negam ainda que parte da distribuição passe a ser feita com recurso a trabalhadores agenciados.

LE com Lusa

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