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Actualidade

FMI adverte EUA para controlar défice

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que os EUA têm de fazer mais para controlar o seu défice orçamental, mas sem por em causa a “modesta” retoma económica em curso.

“O compromisso das autoridades de cortar para metade o défice orçamental até 2013 e a intenção de estabilizar a dívida pública em torno de 70% do PIB até 2015 são bem-vindas, embora muito falte ainda fazer para alcançar estes objectivos”, refere o Fundo em relatório hoje divulgado.

“O desafio central é desenvolver uma estratégia fiscal credível para garantir que a dívida pública é colocada – e que se perceba que está a ser colocada – num caminho sustentável sem por em perigo a recuperação”, adianta o FMI no ponto de situação sobre a economia norte-americana.

Numa altura em que o nível de desemprego se mantêm em máximos históricos, e em que muitos economistas alertam para a possibilidade de nova recessão, o FMI considera que o consumo privado vai continuar restringido na maior economia mundial.

“Embora ainda modesta em termos históricos, a retoma provou ser mais forte do que antes se esperava”, refere o fundo.

A administração do presidente Barack Obama canalizou cerca de mil milhões de dólares para estimular o crescimento económico, levando a uma subida do défice público.

Numa altura em que muitos dos pacotes de estímulo estão a ser retirados, sem que haja sinais de redução significativa do desemprego e de crescimento económico sustentado, reacendeu-se o debate sobre a necessidade de novas medidas públicas de apoio.

O debate já divide alguns dos principais conselheiros económicos de Obama, opondo os que consideram prioritária a redução do défice, e os que, pelo contrário, dizem ser mais importante aumentar os gastos públicos para estimular crescimento económico e receitas orçamentais, segundo a imprensa norte-americana.

Em Junho, a dívida total norte-americana atingiu 13 mil milhões de dólares, novo máximo histórico.

LE com Lusa

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