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Actualidade

Cavaco: Portugal acolhe «com satisfação» investimento angolano

O Presidente da República afirmou esta segunda-feira que Portugal acolhe «com satisfação» o investimento angolano, como acolhe «todo o investimento estrangeiro que se paute por regras de transparência e reciprocidade e se insira nas prioridades da economia portuguesa».

«Um investimento que contribui para a desejada aproximação entre os nossos dois países», resumiu Cavaco Silva, na sua intervenção durante o banquete de Estado oferecido pelo seu homólogo angolano, José Eduardo dos Santos, para reafirmar as boas relações e amizade que unem Portugal e Angola.

Repetindo as linhas mestras do discurso desta visita a Angola, Cavaco Silva considerou que o relacionamento político entre os dois países está ao nível da «excelência», mas sublinhou que também no que toca a intercâmbios – económico, cultural, educacional e mesmo militar – se vivem momentos de grande proximidade.

«Esta proximidade faz com que nada do que se passa em Angola nos possa ser indiferente, assim como nada do que se passa em Portugal poderá ser indiferente aos angolanos», frisou.

Daí que o chefe de Estado considere «natural que, mais do que ninguém, os portugueses partilhem da satisfação de ver os angolanos colherem os dividendos que a conquista da paz lhes veio proporcionar».

Sublinhando que o relacionamento bilateral «é hoje mais profundo e intenso do que alguma vez foi», Cavaco Silva realçou ainda que «Angola é, de há muito, um dos principais parceiros comerciais de Portugal e um dos principais destinos do investimento direto português».

«Os nossos empresários contam-se entre os que há mais tempo investem em Angola, estando presentes em praticamente todo o território e contribuindo, com o seu dinamismo, capacidade empreendedora e sentido de responsabilidade social, para a criação de postos de trabalho, para a qualificação de quadros angolanos e para o desenvolvimento económico e social do país».

Como sinal de que Portugal «está atento às prioridades que Angola estabeleceu para o seu desenvolvimento, nomeadamente a diversificação da economia e o repovoamento do seu interior», Cavaco Silva lembrou que ele próprio se desloca, quarta e quinta feira, às províncias de Benguela e Huíla para reuniões com empresários e com as autoridades locais.

Cavaco Silva elencou as áreas onde as relações Portugal/Angola mais se têm destacado, mas sublinhou que é ao nível económico que o momento é particularmente feliz, bastando ver como «a preocupação angolana com a diversificação do seu tecido produtivo» abriu «novos horizontes à cooperação e ao desenvolvimento das relações económicas e empresariais».

Recordando que nos dois últimos anos Portugal «pôde contar com o apoio de Angola na prossecução da agenda definida em conjunto no seio da CPLP em domínios estratégicos», o PR considerou que hoje em dia os dois países são «parceiros ativos e empenhados» no quadro daquela comunidade de países de língua portuguesa.

E terminou referindo que os laços entre os dois Estados farão sempre com que os respetivos povos nunca se sintam como estrangeiros em nenhum deles.

LE com Lusa

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