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Actualidade

Reino Unido vai subir impostos e cortar despesa em 20.000 M€

O novo governo britânico anunciou hoje, através do ministro das Finanças, George Osborne, várias medidas de austeridade para reequilibrar as contas públicas do país, entre as quais o aumento dos impostos e o corte da despesa pública.

O governante revelou que vai aplicar uma taxa à banca, subir os impostos nos bens e serviços, congelar os salários no sector público e cortar os gastos com benefícios sociais.

«Este orçamento de emergência resolve decisivamente os problemas de dívida recorde do nosso país. Paga o passado e planeia o futuro», frisou George Osborne, que apresentava o Orçamento do Estado no Parlamento britânico.

Segundo o ministro das Finanças britânico, o plano de recuperação “é duro, mas também é justo”.
Até 2014-2015, o governo prevê um corte de 20,5 mil milhões de euros na despesa pública e George Osborne sublinhou que, com estas medidas, o défice estrutural das contas públicas será eliminado.

“Estamos no caminho para reduzir o défice e ter um orçamento corrente equilibrado até ao final deste mandato [que termina dentro de cinco anos]”, prometeu.

George Osborne considerou que “os anos de dívida e de gasto tornaram estas medidas inevitáveis”, apontando para a subida do IVA para 20 por cento, contra os atuais 17,5 por cento, a partir de janeiro de 2011.

“Só a subida do IVA permitirá encaixar 15,7 mil milhões de euros em receitas extra”, salientou, revelando que a fatia de leão das medidas de redução do défice se baseia no corte da despesa – 77 por cento – enquanto que o restante será obtido através da subida de impostos.

Os funcionários públicos britânicos vão ter os salários congelados durante os próximos dois anos, e o governo vai também cortar nos subsídios sociais às crianças e à habitação.

“A verdade é que o país estava a viver acima das suas possibilidades quando a recessão chegou e, se não atacarmos os salários e as pensões, mais empregos serão perdidos”, realçou.

Face às novas medidas, o governo reviu em baixa as estimativas de crescimento para o Reino Unido, que passaram a ser de 1,2 por cento em 2010 – contra os anteriores 1,3 por cento – e de 2,3 por cento em 2011 – contra os anteriores 2,6 por cento.

LE com Lusa

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